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Andar com Fé eu vou (Sou Ateu, e daí?)

Todo mundo já recebeu algo do tipo:

Será que quando você terminar de ler essa mensagem, você mandará para alguém, ou você não está seguro do que as pessoas pensarão sobre você, se a enviar?  Infelizmente falar sobre Deus ou Jesus Cristo não é um assunto que as pessoas gostam de ouvir! “

Não é propriamente o assunto que não ‘gostamos’, o que não gostamos é ouvir  as pessoas que 'assuntam' isso. Geralmente não se vê nada por trás dos olhos delas... daquilo que deveria existir bem atrás dos olhos delas...

Sou Ateu e, num mundo onde a maioria esmagadora segue um ou outro sectarismo ou religião, talvez admitir isso seja mais corajoso que lutar essa nono-cruzada por buscas de fiéis que vemos hoje em dia. A coisa é velada, mas o não religioso é segregado e visto como um animal doente. Não devo entender nada de religião e crenças, apesar de ser razoavelmente versado no assunto (Li a Bíblia, o livro dos Mórmons, Vida e obra de Buda, A doutrina de Zaratustra [o do Nietzsche, também], os livros básicos do espiritismo, Seicho No Ie e já estive metido no rosacrucianismo e outras ‘sociedades culturais e filosóficas’, entre outras coisas)... bom...eu estava dizendo que não devo entender nada sobre crenças porque nunca entendi o que aconteceu na passagem do milênio. Sempre achei que quando o populacho percebesse que NADA extraordinário acontecesse em 2000 ou 2001, o índice de entidades sectárias, religiões e afins cairia, no planeta. Nada de extraordinário aconteceu e a religião (aqui entendida como um sectarismo qualquer com seguidores e rituais em grupo) só aumentou. É realmente intrigante como a prova de que muitos achismos estavam errados se transforma no próprio combustível para gerar mais deles, e reforçar outros. Então, como já disse, sou ateu. Não Agnóstico, que é uma palavra da moda que parece estar no repertório de defesa de qualquer sectarista... mandam pra cima da gente como se fosse um impropério poderoso capaz de resolver a discussão... Um agnóstico é aquele que não acredita que a ciência possa resolver os problemas teológicos, da fé e da religião. Eu acredito! Portanto, não sou agnóstico. Tampouco sou ímpio (aquele que não tem fé), pois acredito em muitas coisas sem exigir provas e tenho minhas próprias profissões de fé, assim como todos os religiosos, como quase todos os habitantes deste planeta... tenho fé, apesar de não ser religioso, nem sectário. O JC, Jesus pros desavisados, foi um cara legal, admirável, se é que ele realmente existiu e fez todas aquelas coisas. Um cara capaz de entrar num 'camelódromo' e tirar todo mundo na porrada só deve ser um cara especial. Aprecio tudo que ele deixou, tiro o chapéu pra ele e digo que ele poderia morar em casa quando aparecesse. Eu tenho ótimos Wiskeys para a ocasião.

Consigo conviver e respeitar, numa boa, pessoas de todas as religiões e crenças que conheço. Se você conseguir o mesmo, está tudo ’beleza’. Se não conseguir, hora de repensar os preceitos. O que faço profissionalmente, por exemplo, tem um resultado positivo efetivo, embora pequeno, na melhoria da qualidade de vida da humanidade. Faço meu humilde sacrifício e fico quieto no meu canto (na maioria do tempo, não como agora). Não cometo crimes hediondos e nem os pequenos. Meus inimigos são poucos e são exatamente os mesmos tipos que o são também das religiões mais decentes do planeta. Meus preceitos de civilidade, comportamento, ética e moral não ferem os direitos das crianças, do Homens ou do meio ambiente. E, a não ser para me defender, não faço panfletagem ideológica. Tem uma igreja aí que está ganhando todo mundo por causa de supostas e fingidas condescendência e tolerância e uma capacidade enorme de perdoar (você pode matar alguém e é só vir no culto, depositar zits créditos e será perdoado, créditos estes que costumam ser transportados de avião, em muitas malas). Posto isso, diga aí, preciso realmente acreditar no Cara?

 



Categoria: Boca no Mundo
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 15h03
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Beam him up, God.

Ou como sugeriu o Carlos Machado, "Beam him up, Magro". O Magro, para os trekincultos, é o Dr. McKoy, que já está no espaço há algum tempo. O ator James Doohan morreu nesta quarta-feira, 20 de julho de 2005, o engenheiro Montgomery Scott da espaçonave Enterprise, do cultuado seriado "Star Trek". Confesso que parte do orgulho de ser engenheiro foi foi-me embutido por esse cara. Doohan, 85 anos, morreu em sua casa de Redmond (EUA), vítima de uma pneumonia depois de passar anos sofrendo de mal de Alzheimer. Canadense, Doohan começou a fazer parte da cultura pop depois que começou a interpretar, em 1966, o papel do engenheiro Scotty em uma das séries de ficção científica mais populares do mundo. Participou do desembarque do Dia D e fez muitas outras coisas. Como um apreciador do mundo Treker, li mais de 10 livros sobre ele (inclusive 'seu' famoso manual da enterprise) ... vi e tenho todos seus filmes de ficção científica. No imaginário, é o engenheiro ideal, reclamão, sempre faz num prazo de tempo impossível e transforma qualquer teoria maluca numa geringonça prática... O momento mais emocionante que ele viveu nos últimos tempos foi uma homenagem feita pelo próprio Neil Armstrong, que após um discurso entregou a ele qualquer coisa simbólica agradecendo por tudo que ele tinha feito... agradeceu e finalizou: "de um engenheiro para outro". Pra quem gosta da coisa original, Armstrong disse: "I am an engineer, ..and I want a Chief Engineering officer like Montgomery Scott, because I know Scotty will get the job done, and do it right. Even if I often hear him say, 'But Ceptain, I donna have enough time!' So from one old engineer to another, thanks Scotty." Sou também engenheiro. Essas coisas costumam fazer a gente deixar o tricorder cair em nossos pés ... ciscos nos olhos... sabem... 

Outra notícia triste é que também Jim Aparo, 72,um dos mais importantes desenhistas de quadrinhos dos anos 60 até 80 morreu em 19 de julho.Desenhista auto-didata (fazia desenho, cor, roteiro, letras, etc... serviço completo) que foi para a DC Comics no final dos 60's. Trabalhou em Batman por quase duas décadas. Foi ele o cara que 'matou' o Robin (o segundo, Jason Todd, para quem entende da coisa) na famosa 'Morte em Família".



Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 22h39
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Analfabetismo Tecnológico I

A UNESCO e outras entidades que se preocupam com aspectos humanitários já previam na última década do século passado que o "grande mal" deste século seria o "analfabetismo tecnológico". Isso é muito mais sério do que parece. Bilhões de pessoas estarão afastadas do ‘mundo’ moderno pela tecnologia e o problema não está somente naqueles que não a conseguem acompanhar, mas também naqueles que a geram sem usar os preceitos filosóficos que deveriam acompanhar tudo isso. Estamos acostumados a criticar o povo que não acompanha, quando o mais útil seria criticar aquele de gera a tecnologia. Precisamos realmente de algumas delas? Por que é que devemos aceitar sempre ‘novas versões’, acompanhadas de novas ‘concepções de uso’, de produtos que fazem a mesma coisa que aqueles que JÁ temos em casa? Por que é que devemos compra a maquininha de 5.3 qualquer-coisa se a de 3.2 qualquer-coisa já nos fatisfaz? É uma coisa muito preocupante o Brasil estar entrando nessa coisa japonesa de trocar os eletrônicos a cada geração.

Sempre notei que é uma coisa muito difícil fazer alguém entender que tecnologia e ciência são coisas completamente diferentes. Aqui mesmo nesta lista já dei exemplos de tecnologias que estão à frente da ciência e ciências que estão à frente da tecnologia. A tecnologia é um produto da humanidade vinculado ao consumo e à geração de riquezas, a ciência, não. A própria definição de tecnologia é de que ela é um 'produto' com fins 'comerciais'. Portanto, exigir que as pessoas estejam por dentro dessas traquinagens é a mesma coisa que exigir que eles conheçam Asimov, Clarke, Lovecraft, Borges, ou que elas conheçam os meandros matemáticos das integrais de caminho aplicadas na física quântica ou que saibam o último ponto de tricô que saiu na revista ‘Agulhas e linhas’. O que os que geram a tecnologia e a endeusam precisam saber é que o ser humano normal não é obrigado a conhecê-la ou a acompanhá-la, nem tampouco a concordar com ela. Eu gosto de usar tecnologia (quando ela me é útil), mas não cobro do meu semelhante este saber. Ele tem o direito de escolher do quê quer gostar. Por isso, considero a escalada tecnológica um dos maiores monstros geradores de preconceitos, discriminação e contravenções dos direitos humanos.

Além do mais, tecnologia NÃO é SABER!... portanto, não devemos achar alguém ignorante pelo fato dele não conhecer a tecnologia. Se o conhecimento de alguém for embasado na tecnologia, esse alguém está fadado fatalmente, se não se atualizar, à morte profissional, porque a tecnologia passa (e nem deixa muitas marcas). O mesmo não acontece com a ciência. O conhecimento embasado na ciência sobrevive à maioria das modificações do mundo. Eventualmente a tecnologia suplantará mesmo nós, que nos julgamos conhecedores dela. Isso tudo porque ela, a tecnologia, anda tão rapidamente que não dá tempo para que seus criadores pensem em filosofias que a tornem mais 'humana', interfacialmente falando. E duvido mesmo que eles 'queiram' pensar nisso, ou que ‘saibam’ pensar nisso. As máquinas bancárias continuarão a ser as medusas modernas.

A corrida da tecnologia é muito antiga e aumentou o passo nos tempos da revolução industrial, de modo que mesmo nossos avós sabem perfeitamente o que é isso, sentiram na carne a modificação dos tempos. O jovem não percebe que seu fim será parecido com o de seu avô. Há um limite para nossa capacidade de adaptação e ignorá-lo não é inteligente. Como nosso fígado ou nosso pâncreas, nós mesmos chegaremos a um tempo que não mais será possível a adaptação ao 'moderno'. Daí, sentiremos essa acusação de minha-tia-não-consegue-nem-programar-o-video-cassete recair sobre nós mesmos e que argumento teremos? Hoje já não é mais possível acompanhar o 'moderno' sem que estejamos constantemente nos aperfeiçoando. Como os tubarões, estamos condenados a nadar continuamente para não morrermos para o mundo tecnológico. Ora, a humanidade não é assim, EU não sou assim. Quero o sonho de meus avós, aquele de crescer saudavelmente, dedicar um período de nossas vidas para o trabalho e depois aproveitar tranqüilo o resto da vida apreciando o mar da janela. Agora... se eu precisar saber polarizar o cristal de minha janela para ver o mar...pô!... cadê a graça?



Categoria: Boca no Mundo
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 13h25
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Analfabetismo Tecnológico II

Não é com os novos que devemos nos preocupar, é com os mais velhos. E eles são uma parcela considerável da população mundial. Eles não querem mais dar 5 minutos de seu tempo pra ler um manual ou entender o funcionamento de qualquer geringonça. Eles acham, com razão (na minha opinião), que conquistaram o direito de descansar, de não mais se importar, de não mais se encaixarem no sistema. E isso a gente tem que respeitar. Mesmo porque lá na frente, quando quisermos a mesma coisa, estaremos implorando para que haja quem nos respeite. O problema de hoje é que o que sonhamos para o futuro acontece durante nossas vidas e quando a gente vê, já vivemos nosso sonho, ele já passou e já estamos no meio de sonhos de outrem. E a gente tem o direito de querer não pertencer a esses sonhos... ou não tem? Por isso, tudo que é 'moderno' deve estar acompanhado de reflexão filosófica, humanitarismo, dispositivos anti-segregacionistas e muitas outras coisas... mas isso parece coisa demais para quem quer faturar, pra quem quer inventar novos botões que, para serem dominados, tiram o tempo das pessoas, para que não possam mais perguntar para o que é que elas precisam daquilo?



Categoria: Boca no Mundo
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 13h24
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Filhos

 

Não sei quando

ela deixou a pecinha ali

mas vendo-a agora

entre alfarrábios  e livros

de minha escrivaninha

sorrio e imagino

os dedinhos e a carinha peralta

de minha filha

antecipando o momento

e as lembranças

que quando a encontrasse eu teria

 

Paro e esqueço tudo que fazia.

Rolo a pecinha nos dedos sorrindo...

dói ter tanto amor assim...

vai doer mais quando eu estiver partindo.

 



Categoria: Poesia e Literatura
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 20h40
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