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Morreu o Bronco

Putz. Ontem mesmo estava falando que o humor brasileiro anda em baixa. Piadas imbecis ou sem graças. Coisas ruins mesmo. Eu dizia, como sempre disse, que meu favorito sempre tinha sido o Bronco (R. Golias), porque ele era engraçado por si só. Não precisava piada, era olhar pra cara dele e ficar de bem com a vida. Pena. O cara tirou o time. Foi alegrar outras paragens. Minha mulher, a Elaine, me avisou e consegui assistir um pedaço de Familia Trapo de 67. Demais! O cara sempre foi brilhante. Não vejo mais TV, exceto para coisas importantes para mim, alguns poucos jogos do Palmeiras, só pra dizer que não virei bicho, programas especiais da Discovery, NatGeo e quando eu tinha tempo e oportunidade os programas de Bronco. Parava e assistia até o fim. O que dá pra dizer duma coisa assim? Porra, sou ateu, mas numa hora dessas eu tinha vontade de não ser pra dizer: Vai com Deus, cara!... e ... puta que pariu! devem tá rindo pra caramba lá em cima.

Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 23h58
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Desarmamento. Sim ou Não?

Bom, eu não poderia me furtar de falar sobre isso. Tenho uns vinte anos de experiência em metodologia científica, de forma que estou acostumado com a manipulação de dados e estatísticas. Esse monte de bobagem veiculado em dezenas de e-mails sobre desarmamento é o que no popular clássico chamamos de "puxadas de sardinha". Um "carinha" acha que arma não é legal porque mata. Porra, arma não mata, quem mata é quem a usa. Porque é que não fazem desarmamento de carros? Já viram quanta gente morre de acidente automobilístico por ano no Brasil? Mas eu estou falando de arma, aquela peça da engenharia que toma vulto de obra de arte. Claro que não vou querer que todos consigam apreciar este instrumento como uma peça de arte (quem consegue imaginar em slow motion o disparo de uma Luger, sabe do que estou falando).. mas tem aquela mácula: esta obra de arte mata... mata!. Sei que isso não é pouco, mas as armas que estão matando por aí não são as armas vendidas legalmente. Tem estatísticas dizendo que são. De fato tem uma percentagem de armas compradas legalmente que acabam indo parar no campo ilegal. Este é um outro problema. Esta baixa de assassinatos é provavelmente devida ao fato de a maioria das armas entregues serem ilegais. Uma boa parte delas era até mesmo caseiras. Esquecem de dizer que tem muito mais de dez armas vendidas ilegalmente para cada uma legal. Tem o povo que mostra um monte de dados para convencer que arma da população ordeira mata e tem gente mostrando um monte de argumentos dizendo que salva. Ambas coisas são falácias. Uso cientificamente imoral da informação. Ninguém contrapôs estes dados, porque se o fizerem, a conclusão será que o problema está noutro lugar, no crime, no criminoso, na impunidade, na morosidade e noutros lugares que vocês sabem muito bem. Taí o referendo sobre proibição da venda de armas de fogo e munições. Tão querendo desarmar aqueles que compram arma legalmente. Não tem que fazer nada disso. Está mostrado e demonstrado lá fora que o desarmamento da população não criminosa só piora as coisas. Não acreditem em quaisquer estatísticas que mostrem. Leiam no mínimo umas dez fontes diferentes. Votar no referendo é obrigatório. Não vá lá só por ir. Voce pode estar ajudando a enfiar este pais ainda mais fundo no atoleiro.

Não defendo o porte de armas, só o direito de um cidadão honesto de tê-las. Imaginem um pais onde só os desonestos as têm. Já o "porte", isso sim deveria ser proibido. Um cara andar com armas dentro de um carro, por exemplo. Um sujeito deveria comprar uma arma para deixar somente em casa. Para uso em defesa própria e de seu patrimônio. Se fosse pego fora de casa com arma, ... cadeia! Só poderia tê-la passando por um curso com provas onde fosse possível a reprovação, um vestibular de idoneidade. Agora, tem o pai que aponta uma arma pro filho ou deixa ao alcançe de um pivete ou de uma criança incapaz de entendê-la... um retardado desses é que deveria ser proibido. Esse referendo é uma gigantesca farsa. Por que não gastam toda essa energia pensando em fabricar armas que não matam? Já existe tecnologia para fazer com que uma descarga elétrica atinja outrem a vários passos de distância, sem o uso de fios. Substitutos para os projéteis poderiam conter massas pouco destrutivas mas com toxinas neurológicas rápidas e não letais. Disparadores de gases são também eficientes em defesa. Mas ninguém está pensando nisso porque a indústria armamentária tem lá seu poder. Esses milhões gastos num referendo desses, se aplicados no foco certo poderiam dar algum resultado importante. Mas isso não compra o voto do ignorante. E pelo número deles que existem no Brasil e pelo baixo preço que têm, são os votos mais disputados.

 



Categoria: Boca no Mundo
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 19h38
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Londrina

No final de semana passado estive em Londrina para participar do segundo Encontro Paranaense de Astronomia (2oEPAST). O Encontro foi muito bom, falei sobre mitologia na Astronomia (NÃO é astrologia!... se você curte astrologia, tá no Blog errado) e promovi o 8oENAST (Encontro Nacional de Astronomia), que estamos organizando em Curitiba (Na minha HomePage, na lista ao lado, tem um link prá lá), mas o que valeu mesmo foi voltar a Londrina. Nasci a 60 km dali, em Apucarana, e todos meus parentes maternos moravam em Londrina. Estou há mais de 20 anos em Curitiba, de modo que acho muito estranha a iluminação noturna de Londrina... sombras demais... arapucas demais... não me sinto confortável em andar por lá, mas a gente encara e foi bom. Londrina tem os melhores sebos que conheço de cidades grandes (não entendo por quê). Achei um livro raro do Clarke/Ionesco e "Meninos de kichute", do M. Américo, novinho e baratinho. No sábado fui jantar com uma irmã que mora lá, a Rose, acho que num lugar chamado Rancho Grill. Aqui em Curita, seria restaurante classe A. O que vai sempre me lembrar esta viagem é a salada de côco e goiaba que experimentei (muito bom). Pra falar a verdade, só a experimentei porque ela parecia, com aquela apresentação e no meio da luz fluorescente (o verde fica melhor e as cores mudam), lagosta. Mas foi muito bom. Depois, conheci o famoso BREU, uma base remota que o pessoal usa para fazer observações astronômicas por lá. Muito bom. Abraço para Londrina.

Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 09h14
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Cotidiano e um Casal Feliz

Ouvi no rádio essa musiquinha, a “Cotidiano de um casal feliz”, do Jay Vaquer. Infelizmente não sou desses sortudos que têm tempo pra apreciar música no quarto, em casa ou noutros lugares (por isso novidades para mim podem ser velharias) e, infelizmente também, gosto tanto dela que não posso ouvi-la enquanto trabalho, senão, não trabalho. Esse meu 'trabalho' engloba tudo aquilo que a gente precisa se concentrar para fazer (escrever, pesquisar, ler etc). Pois é, essa música que ouvi, parece de cara mais uma daquelas comerciais (vocês sabem do que estou falando, bundinha, cachorra, Latino etc... e como cada um tem sua cruz, a minha é ver minha filha de 4 anos adorando Latino... mas ela aprecia Mozart, Rock, MPB também e fica numa média boa), ... voltando à musica, parece ordinária, mas é só ouvir uns três versos que você percebe a agudez da crítica sobre o modo de vida do Homem moderno brasileiro classe-média... Se você descontar os efeitos, a música até tem lá sua graça... mas dê uma sacada na letra:

Cotidiano de Um Casal Feliz
Jay Vaquer

Ele manda em tudo, em todos...curte seu poder
E deixa a esposa em casa pra brincar no treco
de qualquer traveco... em troca de prazer
vai saber porquê...

E a esposa anda malhada
fez lipoescultura e a falta de cultura nunca foi problema
ela tem dinheiro pra dar e vender.. lê Paulo Coelho e seicho-no-ie
vai saber porquê. . .

Eles têm escravos disfarçados de assalariados
diariamente humilhados e levantam cedo,
se arrumam apressados ... têm hora marcada pra falar com Deus

Alguém sabe dizer o que é normal? Pode parecer tão natural

Ele guarda no H.D. fotos de crianças nuas, pra tirar um lazer
Curte ver aquilo quando fica só
Ela conta os passos que dá no trajeto entre a terapia e a boca do pó

E até pensa em adotar alguma criatura, pode ser uma criança ou um labrador... Só depende da raça, depende é da cor... o que pintar primeiro...

Ele faz como ninguém a cara de quem não sabe mentir
pode admitir pra ocupar o vazio da relação
mas com uma condição... não quer dar banho, nem limpar merda o dia inteiro

Eles foram ver o show da Diana Krall que alguém falou que era genial
gritaram uhuuu do camarote enchendo a cara de scotch

Alguém sabe dizer o que é normal? Pode parecer tão natural



Categoria: Poesia e Literatura
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 13h45
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