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Um dia na vida de John Smith

Os rostos sonados encaram um exame difícil sem entender porque diabos um professor quer saber qual o mínimo tempo possível de determinação do maior inteiro primo computável. Almoço acompanhado de gráficos de temperatura, pressão e características de cargas elétricas em nuvens de tempestade temperada. Sozinho, como aprecio. Um sinaleiro constrói três filas de setenta metros de carros multicoloridos e fico de olho no que está na minha frente. A mente embarca num foguete e dispara a parsecs de distância. Quando acordo o carro ainda está na minha frente, mas somos os únicos dois em toda a avenida deserta. Dois que acabaram de descer de foguetes. Cada um olha para o outro com estranheza compreensiva. Encontro um caro amigo que havia tempo não encontrava, o Mário Pires, e pássaros voam do nosso cumprimento. Saio dum excelente filme de Sam Shepard [Don't Come Knocking (2005),  Wim Wenders] e encontro Bogart na porta do banheiro. O Smoking branco listrado pelo efeito da porta. No das mulheres, Ingrid Bergman estonteante. Eu ia cantar pra ela, não fossem as angolanas terem-na empurrado de lado. Depois, no labirinto da saída salvo o Minotauro das forças e tensões das molas distendidas do “Pequeno sonho em vermelho”  de Kandinsky, só pra me perder também, até que o soar das vésperas me trouxesse de volta à realidade. Tive que me filiar à santa inquisição para poder pagar só metade por um estudo ilustrado do Wassily. Pego duas princesas no castelo vespertino. Sei que dormirão no meu colo à noite, como se eu fosse o rochedo mais morno e seguro do universo. Tem dias que eu simplesmente estranho o mundo. Spikes do paraíso no ruído negro da vida.



Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 19h55
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Nervuras do Silêncio

Faço parte de uma gangue que se diverte algumas horas por mês em oficinas literárias. Estamos perto de 50 oficinas, sei lá quantos anos, e muita gente boa passa sempre por lá (e muitos prêmios já saíram dali). Ontem a Lindsey Rocha paraquedou por lá. Poeta entre um montão de outras coisas. Tinha um livro de amostra, o "Nervuras do Silêncio", que arrematei numa manobra de sorte. Eu leio poesia seja de quem for. Não tenho preconceitos. Criança, velho, loucos, etc (já encontrei poesia matemática em pinturas de um louco, tá neste blog, em algum lugar). Se forem ruins, não passo quarta linha. Mas essa menina não é fraca não. E, além de boa, tem um modo diferente de levar a coisa. Sempre gostei das pessoas que conseguem pegar algo e sintetizar em um líquido, algo como separar o princípio ativo de um remédio. A poesia sempre foi para mim, as melhores, um líquido gelado (multiviscoso e multicolorido) que se derrama pela espinha. A Poesia da Lindsey não é, primeiramente, pra ser lida com desleixo. É densa, é trançada, autoentrelaçada e úmida. Você tem que abrir caminho no facão e parar, quase a cada passo, para sentir o perfume dos galhos cortados. Aí embaixo, uma pequena amostra daquilo que estou falando (Não pedi permissão, mas vi que no livro não tem o "proibido reprod... e tal". Espero que ela não se importe) :

 

"(...) Se alguém me visse olhar os pombos, gostaria que fosse de longe e que, aos poucos, se aproximasse e simplesmente olhasse sabendo exatamente o que fazer: silêncio. Um silêncio construído em conjunto, em instantes. Um silêncio que resumisse toques, risos e saberes. Que juntasse perdas, dividisse ganhos. Creio que quando eu olhava os pombos ninguém me via e nisto creio que reside a solidão de cada um: não poderem ser vistos como realmente querem."



Categoria: Poesia e Literatura
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 21h16
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Johnny Cash

Vi o filme “Walk the Line”, 2005, aqui chamado de Johnny (Cash) and June. Recomendo. Principalmente para aqueles que entendem ou sabem um pouco da origem do Rock’n Roll “de verdade”. O filme mostra, além da história de Johnny Cash (que não é pouca coisa), grandes figuras históricas. Está lá, numa das melhores homenagens que já vi, a maior lenda dos produtores, o Sam Phillips, dono da melhor fala do filme. A brincadeira está em reconhecer personagens como Elvis Presley, Jerry Lee, Roy Orbison e outros conhecidos só dos mais maníacos. As músicas são muito bem escolhidas. Excelente!

Outro filme é o desenho “Carros”. Vi com minhas filhas. Impossível não lembrar numa fala da “mocinha” do “On the Road” do Kerouak. As músicas também são de primeira. Se eu fosse você, não perderia.



Categoria: Outras Artes
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 20h52
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Os Tetanizados de Parreira

Todo mundo já estava vendo isto. Acabaram esquecendo de que o time estava desconjuntado porque o "fenômeno" fez os golzinhos necessários para ter aquele record. Podem ler aí para trás, as "boas atuações" foram feitas sobre "patos mortos". A Copa pra esses caras, que nem merecem mais aquele escudo no peito, é só uma vitrine (Cafú estava caçando outro record). Já notaram como eles ficam se olhando no telão. Neguinho pronto pra cobrar um escanteio e os caras se olhando no telão. Caramba... um cara antenado no jogo não fica olhando toda hora pro telão, a não ser que esteja interessado em ver como está se saindo lá. Porra, ser da seleção não é um emprego qualquer. O cara é um soldado, escolhido entre os melhores para defender uma nação. Supostamente deveria merecer esta honra, mas parece que ninguém lá estava ciente disto. Não estou chateado. Estou é com raiva. Raiva daqueles babacas que não mereciam estar defendendo aquelas cores. Vi todos os jogos da seleção desde 1970 e nenhum deles foi tão ruim quanto este contra a França, nem de perto. Os jogadores, se fossem vitoriosos, viriam com aquele discurso de "viram? ... somos mesmo fodões!.. vocês é que não entendem nada de futebol!". Agora na derrota vem com essa de que é um esporte. Faltou para eles (aliás, vem faltando há muito tempo) o que sempre sobrou na Argentina, raça! Não temos que procurar o que está errado. Não se achará o erro entre assuntos de tática, estratégica, planejamento, comissão técnica ou chiliques do fenômeno... O problema mora em cada jogador, hoje produtos parecidos com o que são as modelos... o problema reside entre os parietais... e é muito grave. Somos um país sem alvo... e nossos representantes são piores que os representados.

 



Categoria: Boca no Mundo
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 17h27
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