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Um pouco mais sobre poesia.

Nunca canso de repetir que sou um privilegiado em conhecer André Carneiro e em poder passar com ele (e com vários outros literatos ultra-gabaritados) várias horas por mês, discutindo poesia, literatura e muitos outros assuntos. André Carneiro é poeta, cineasta, escritor, fotógrafo e entre outras coisas um grande cara. Tudo que alguns séculos de experiência podem dar a uma pessoa (claro que ele não é tão velho assim). Ele é muito generoso e esbanja conhecimento sem pretensões. Eu sempre quis externar a contrariedade que tenho para com as formas fixas de poesia e literatura. Já tentei escrever isso dezenas de vezes e em todas a coisa ficou ruim. A gente sabe quando algo está ruim e daí não mostra, nem publica. A gente também sabe quando algo está bom, a despeito do que os outros possam pensar, como aquela do Drummond: “se meu verso não deu certo, foi seu ouvido que entortou”. Mas eu estava falando dos “parnasianismos” da literatura. Uma frase do Carneiro para um aprendiz de poeta diz tudo: “Soneto é uma prisão formal das mais terríveis, você não tem um mínimo de experiência para enfrentá-lo”. Formas fixas são realmente prisões, MAS ao mesmo tempo pode representar desafios interessantes. Eu não aprecio a grande maioria das formas fixas. Não consigo ver mérito em versos alexandrinos só por serem alexandrinos. Se não me disserem nada, não prestam, para mim. A mesma coisa para os sonetos. São coisinhas 4-4-3-3 que nada valem, até que você leia um Whitmam ou Vinícius de Moraes. As oitavas de Camões também calam minha boca, toda vez que as vejo (e tem alexandrinisse por lá). Idem para os clássicos Haikais 5-7-5 ou a poesia concreta. Idem para o concretismo, simbolismo, hermetismo e outros ismos. Era isso que me incomodava: o fato de serem prisões. Não prisões de palavras, mas prisões da própria poesia. A métrica, a cadência, o ritmo, a rima, a musicalidade, a ideogênese, imaginogênese, a provocação, a fixação do belo, do horrendo, do desespero, do triste, do sensual, da delícia, do deleite, da vida em todas as sua formas de manifestação ... são coisas de fato importantes, mas, como as melhores coisas da vida, não precisam ficam em formas escandalosas ou explícitas. As embalagens sutis trazem prazeres mais interessantes.



Categoria: Poesia e Literatura
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 21h44
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A depravação de Miami

Nunca fui fã da série Miami Vice, de modo que nem fiquei lá tão ansioso pra ver esse filme de 2006. Peguei-o despretensiosamente, perdi-o em casa por uns 3 dias (acontece muito, a conta da locadora sempre é alta) e o achei sob um monte de provas. Fiquei surpreso com o filme. É bom pra caramba. Primeiro, já seria razoável só pelo roteiro, os personagens e tal, maneiro. Mas o que é tcham no filme é a linguagem. Gráfica e sonora. Achei-a muito diferente e atraente. Primeiro tem aquela luz do filme, aquela luz que existe bem antes e bem depois dos arrebóis. Nada daquele sol de praia de Miami. O céu. Todos os céus que aparecem são mágicos. O céu noturno é aquele do Doom, os relâmpagos durante todo o filme são como uma melodia que rola em paralelo. Os ângulos de câmera são uma história à parte. Tem uma hora que o “sangue” espirra na lente e a sena continua, como num documentário. Os sons são totalmente diferentes daqueles sons de tiro, facada, soco e demais ping-crash-bang convencionais. Miami Vice foi escrito e dirigido por Michael Mann (ele fez Collateral que gostei muito), que teve grande participação no seriado dos anos 80. Esse cara precisa fazer mais filmes. Esse cara tem que fazer mais filmes.



Categoria: Outras Artes
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 16h03
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Perfeição

Eu estava no Couto Pereira num Coritiba e Palmeiras nos tempos do time dos sonhos. Estava em cima do gol que o Evair, o maior jogador que já passou pelo Palmeiras em todos os tempos, ia bater uma falta. Lembro-me de ter pensado antes "puta que pariu... vou ver esse cara fazer um gol de falta... ao vivo". Naquele tempo era o maior batedor. Nem pulei. Diante de uma obra de arte a gente só fica olhando. Perfeito!! Outra vez, num jogo contra o Corinthians (esse eu não negrito nem pagando), Evair pára a bola no meio da grande área, jogo de final, olha tudo em volta, o mundo parece que pára só pra ver o que ele vai fazer... ele olha o canto e coloca a bola. Parecia que estava sozinho no estádio e só queria deixar a bola na rede pra ir pra casa. Perfeito!!! A torta de amoras que a Elaine fez no início da década de 90. Perfeita!!! O conto "propriedade intelectual" do Mustafá. Não teve um que não dissesse que ganharia qualquer concurso. Não deu outra, perfeito! O cheiro da tangerina ao ser descascada, o projeto dos Rovers marcianos,  o eclipse total solar de Aruba, um grande eucalipto ao sol e ao vento; Paula Prentis  em "O jogo favorito dos Homens" (1964); Lis Taylor em "Cleópatra" e Helen Mirren em "Calígula". Perfeitas! Uma tarde, olhando o sol nos trilhos com uma antiga namorada... um antigo abraço no meio de um coro de sapos, só as estrelas iluminando, com quem estou casado. Perfeito! Ter lido Ferreira Gullar aos 20, Nietzsche aos 19, Einstein aos 15, Verne aos 13. Perfeito! Uma defesa de mão trocada que fiz num jogo que não valia nada em 79; Uma frase ao ouvido nem me lembro quando; o livro "O Apanhador no Campo de Centeio", do Salinger; Uma cobrança de falta do Rivelino em sua última copa. O sorriso da menina da cerveja; o verso do monstro da lagoa de Chico Buarque; o modo de ver o mundo de Sérgio Mello e o modo de enfrentar o mundo de Mário Bortolotto... O beijo dela na república (na minha e na dela); um malte puro escocês que meu pai teve um dia... isso pra falar só do que me lembro agora...são momentos dos quais, conforme Manoel Bandeira, "podemos guardar a tranquila certeza de ter visto na vida uma coisa que não se repete".           

Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 11h02
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anjos

Hoje um anjo que agradava meus demônios foi embora. Não sei como chorar isso... Estava distante e levaram. Não esperaram pela chuva. Nem pelo dia. Não avisaram. Só levaram... Mataram os peixes que voavam doidos pela floresta, com tiros de bestas de vidro. Com catapultas enormes derrubaram a Lua sobre a pequena cidade do fog. Um homem não sabe quem é até que seus demônios e anjos participem da mesma festa.



Categoria: Poesia e Literatura
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 23h44
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Apesar das ausências, o grande churrasco anual da Engenharia Biomédica foi um sucesso. Descobrimos pelo Kim, chefe do Depto de Biomédica da Universidade de Washington, que temos umas 60 pessoas envolvidas com Engenharia Biomédica na UTFPR. O que nos torna, talvez, o maior grupo Biomédica da parte Austral do planeta. Até o grande cacique eleito, Prof. Hugo esteve por lá.  O Hara fez uma carne "duka" e não dá nem pra contar como estava boa. o Tigrão acertou na cerveja e teve até uma cara que não sei o nome que fez com que meu violão conhecesse as dedilhadas do grande e maior de todos os guitarristas, Chuck Berry, mandando muito bem num "jonny B. Good". Teve Futeba!!!!!!!!  Serei eternamente grato ao "índio" que me deu aquele presente de passe que acabou com um gol de cabeça de peixinho (tava mais pra cachalote). Aliás, tem muito pouca coisa no mundo melhor do que marcar gols (consigo lembrar só de uma), de modo que voltei inteiramente feliz pra casa. Um de cabeça, um de tabela e outro cortando o goleiro na diagonal e chutando pra dentro, no contrapé, a 90 graus da trajetória. Tô tão contente que nem reclamei das dores e travação generalizada que deu quando o "hardware" enfriou. Alguém tem que me lembrar que já estou muito velho pra isso. É foda você ver a bola dominada nos teus pés, nenhum marcador pra chegar no próximo segundo, dois metros quadrados de gol desprotegido a uns quatro metros de distância, goleiro batido... e tua perna não responde a porra da ordem de chutar onde você quer... Ainda joguei, depois, aquele "jogo-de-mulherzinha", o Volei. Teve até uma defesa com o pé da embaixadora AnaLu, uma pintura!... e saí com os dois indicadores doendo porque não conseguiram bloquear uma porrada do Hara. Tô contente! Não é qualquer um que pode dizer que comeu um puta churrasco e fez três gols numa sexta-feira de trabalho. Não tenho mesmo do que reclamar.



Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 16h02
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Dia do Orgasmo Global Sincronizado

Dia do Orgasmo Global Sincronizado

Não se esqueçam !!!  Dia 22 de dezembro, dia do orgasmo global sincronizado para a PAZ. É o primeiro ano e a coisa vai pelo menos até 2012, quando o calendário Maia termina com um novo início (essa parte eu tenho que verificar ainda). Embora eu dê a mínima para a idéia de "energias" positivas, a idéia de fazer uma festa de Baco global e sincronizada é bem interessante. E é uma manifestação pela PAZ mundial. Como se fosse um baile de formatura, já tem gente combinando o par desde já. O Musta, que se separou recentemente, tá procurando uma doida pra encarar a coisa com ele (ele tá lincado aí do lado... se tiver alguma pretendente). Acho que todos deveriam dar sua colaboração para salvar o planeta. Existem grupos organizando festas....
Em tempo, meu interesse no assunto aumenta muito pelo fato de estar associado à Astronomia. Todos devem programar os orgasmos para a sexta-feira, dia 22 de dezembro, Solstício de verão, no horário, lugar e na privacidade que escolher.
Para os Curitibanos, o Solstício é o dia em que o Sol "mais sobe"  no céu. Ao meio dia é possível vê-lo quase a pino (dá uns dois graus de diferença, só). É o dia em que ele nasce e morre mais ao sul. Marca o início do verão e ao contrário do que muitos pensam, já começa a voltar para o norte. No verão, nosso hemisfério chega a "pegar"  uns 6% a mais de energia, em relação ao hemisfério norte, pelo fato de que quando nosso hemisfério está mais voltado para o Sol, nosso planeta também está mais perto do Sol (isso vale só para os próximos milhares de anos). Mas no dia 22... esqueçam esse negócio de Solstício... e pra quem não conseguir um parceiro... bem... tem outras maneiras... o que vale é contribuir...



Categoria: Boca no Mundo
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 20h27
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