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Vincent van Gogh

 Quando eu era estudante de engenharia, eu li um tijolo de 700 páginas que era a biografia de Vincent van Gogh (prununcia-se como no alemão para van hoch, algo como fan Rróhhe). Nunca li as últimas páginas. Não me interessava saber como ele havia morrido, só como viveu e fez àquelas coisas. Como sou um ogro completo e vivi minhas primeiras quase duas décadas numa cidade sem livrarias, só conheci van Gogh através das palavras de um livro de um condenado à morte (“ A lei quer que eu morra”, de Caryl Chessman, um dos poucos livros que tinha em casa). Quando digo que minha casa tinha poucos livros, estou dizendo que eram poucos para o meu padrão. Havia talvez quase 3 metros quadrados de estantes na maioria com enciclopédias até muito boas. Tirando livros desinteressantes sobravam talvez uns 30 cm de livros que eu podia ler. Essa escassez fez com que eu lesse uma ou outra enciclopédia quase que na íntegra. Quando fui ver quem era o tal do van Gogh, já na graduação, fui fisgado. A Biblioteca Pública de Curitiba ficava no meio do meu trajeto para “engenharia”, caminho que fiz à pé por dois anos, carimbando uns 4 livros por semana, todos de arte, música, literatura, história e outras amenidades (porque de técnico, bastava a tal da “engenharia”). Muitas vezes eu parava ali e nem ia pra aula. Eu me amarrei naquele estilo de pintura muito antes de saber que era o impressionismo. Van Gogh e Kandinski são “os caras” nessa área. Têm outros, mas eu gosto destes. Agora a Folha lançou esses livros de pintores e o Van Gogh foi o primeiro.  Recomendo, ainda dá tempo (claro que não bate no meu Ronald de Leewn´s Van Gogh, comprado no museu van Gogh, presente de minha mulher quando esteve por lá). Vincent no final do dia, quando não havia mais luz para pintar, ficava em varandas de cafés (os bares do pedaço) consumindo absinto e outras bebidas de alta octanagem. Dizem que quase não comia, então, sabendo-se que o álcool tem quase o dobro da energia do açúcar, um cara, pra viver disso, precisa de mais de meio litro “disso” por dia. Era leitor constante. Seu gosto literário está refletido em suas obras: o campo, a pobreza, o sofrimento, perseguição. Foi carola por um tempo, quis ser pastor e a própria igreja o rejeitou. Rompeu com a idéia tempos depois. Chegou mesmo a escrever que “podia muito bem ficar sem Deus, mas não sem a pintura”. Tinha um dom especial em ser rejeitado por mulheres. Como era culto e não muito feio, acho que era mesmo um “estranhão”. O fato é que não dava uma dentro. Conseguiu viver um tempo com uma prostituta e rejeitou talvez a única mulher que se apaixonou por ele, sua vizinha Margot. Uma vez, sem querer, vi uma exposição especial de Rubens no museu de arte de NY. Nunca desgostei tanto de um pintor como de Rubens. O fato de van Gogh achar suas figuras ocas eleva ainda mais o conceito que tenho dele (não que isso seja minimamente importante). As obras com pontilhismo e os desenhos a carvão são meus prediletos. Lautrec, Pissaro, Monticelli, Gauguin e uma cambada de caras “fodões” eram seus amigos. Ao contrário do que aprendi naquele livro de 700 páginas, Vincent parece ter conhecido a fama, o reconhecimento e o prestígio em vida (embora o número de quadros vendidos fosse insignificante). Mas a coisa não durou muito. Em 27 de julho de 1890, talvez transtornado pelo fato de seu irmão não estar bem fisicamente (seu irmão Theo que sempre fora seu único porto, seu amigo, alguém que o compreendeu desde o início, que o ajudou moral e financeiramente, um cara e tanto), deu um tiro no estômago, vindo a morrer dois dias depois. Escolheu uma morte lenta e sofrida, mas teve tempo para despedidas. “Quero ir pra casa agora” foram suas últimas palavras, ditas ao seu irmão. E tinha mais, ele era um stargazer. Seu quadro “céu estrelado” é o meu predileto (e o de minhas gêmeas). A foto é um desenho de uma de suas milhares de cartas. Um tesouro legado só comparável as suas cores.



Categoria: Outras Artes
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 21h31
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Whisky Japonês

Outro dia matamos, eu e meu irmão Sérgio, de Joinvile, este Whisky aí da foto. Feito em Kyoto, Japão. Eu nem sabia que eles faziam isso. Procuro  whisky (whiskey,aliás) na escócia (tem gente que diz que existem na américa), cachaça no Brasil, Vodka na Russia e no japão, saquê, tomado morno, que é o melhor. Os japoneses invadiram o Oeste americano (veja Kung Fu e o mais recente Deadwood) e deve ter sido de lá que pegaram o vício. De qualquer forma, o bicho foi muito melhor que muito blend escocês. Um vez tomei uma garrafa de puro malte escocês. Nunca mais encontrei algo igual. Todos os "doze anos" viraram Drurys perto dele. Mas voltando às coisas terrenas, o whisky japonês até que não é mal. Guardei a garrafa. Taí.



Categoria: Boca no Mundo
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 21h40
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R.U.R. de Karel Capek

Acabo de ler a peça R.U.R., do Tcheco Karel Capek, de 1921. Estava no livro que ganhei do Carlos Machado (que tem outras preciosidades).  É uma peça estupenda. Mostra uma profundidade nos pensamentos que era incomum na época. Esta peça é famosa por ter sido nela que apareceu pela primeira vez o vocábulo Robô. Ela poderia ser encenada ainda hoje pois os assuntos são atuais (só a tecnologia não é). Estão lá para quem quiser ver os germes das idéias bases de I.A., Children of men, os robôs de Isaac Asimov, os filmes B sobre o fim da humanidade, sobre o tratamento da vileza (“a alma das multidões é horrível”) e da nobreza da raça humana, tão utilizada em Star Trek, sobre a conciência da criatura vista em Frankenstein, de Shelley, Blade Runner (o filme), Homem bicentenário... Enfim, uma fonte da qual muita gente bebeu, uma obra imperdível para todos os tipos de leitores. Existe até uma inconfundível homenagem ao discurso de Hamlet, de Shakespeare. Inconfundível porque até mesmo a posição é a mesma, Ato III, cena 1. Pra terminar, uma pequena reflexão de um dos personagens: “Todas as idéias, todos os amores, todos os projetos e todos os heroísmos só são bons empalhados...”



Categoria: Poesia e Literatura
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 20h06
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Raios

No último dia do mês passado, minha filhas gêmeas de 5 anos e eu ficamos por meia hora fotografando raios. Na segurança, porque não sou besta. Os raios atmosféricos são coisas interessantes. Estes da foto eram violetas. Existem cores nos raios e violeta não é muito frequente. Para se fotografar raios, basta ter uma máquina com longo tempo de exposição. Você deixa o "diafragma" (sei lá qual é o termo para máquinas digitais modernas) aberto e tampa a objetiva depois que percebe que um raio foi "capturado". Na minha digital eu deixava com tempo de abertura de 15 segundos, ASA 50 (ou 100, no máximo) pra pegar mais detalhes (afinal de contas, um raio é BEM iluminado e você não precisa de ASA ou ISO maior). Se você conseguir pegar um raio bacana, mande-mo. Prometo que resguardo a autoria. Meu principal assunto de pesquisa atual são faíscas cirúrgicas que ocorrem à pressão atmosférica, com gaps de zero a 2 mm, com todo tipo de molécula no ar (água, tecido carbonizado, gás, etc) e a centenas de kHz. Uma coisa ainda pouco estudada. Olhar relâmpagos, uma coisa que gosto desde criança, se tornou uma atividade profissional. Não posso reclamar da vida, não.



Categoria: Ciência, Astronomia
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 19h06
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Petrycoski, um benfeitor.

Semana passada eu fui convidado a montar um telescópio em Pato Branco e a dar consultoria sobre a implantação de um observatório Astronômico em Pato Branco. Quem me convidou foi o Sr. Cláudio Petrycoski, dono da fábrica de fogões Petrycoski. Estava lá o Marcelo, gente muito boa do mundo do Marketing (os dois vieram falar comigo aqui em Curita há uns meses) e um Arquiteto muito bacana (já me lembro do nome). A idéia deles é construir um observatório astronômico gratuito para a comunidade. Todos sabem de minha militância na Astronomia, desde que na década de 70 o Padre Egidio, em Apucarana, me mostrou a Lua através dum refrator de 60mm (que hoje é meu e guardo com carinho). Cara, convidei o Ricardo Pato Bernardi como guia e o Elton Dias, companheiro de Astronomia e fomos pra lá. Foi uma missão oficial do CAUTEC, Clube de Astronomia da Universidade Tecnológica do PR, UTFPR. Eu não sabia que ainda existia gente assim. O Sr. Petrycoski é um benfeitor da cidade. Alguém que tira dinheiro do próprio bolso pra fazer obras para a comunidade. Essas coisas a gente tem que ajudar e incentivar. Fiz a coisa com muito prazer (só cobrei despesas de gasolina, comida e hotel) e volto lá quando for para ajudar nesse tipo de coisa. A foto abaixo mostra o telescópio montado na calçada. O Sr. Petrycoski é o cara à direita do equipamento, ouvindo o discurso inflamado do Elton. Eu estou cançado e suado com os 40 graus à esquerda. A foto é do Pato.

A foto abaixo (com resolução diminuída para caber aqui) é a primeira luz do bichinho.

 



Categoria: Ciência, Astronomia
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 21h25
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PALMEIRAS é campeão mundial.

A FIFA homologou a Copa Rio de 1951 como o primeiro campeonato mundial interclubes. Com isso, o PALMEIRAS fica sendo o primeiro campeão mundial interclubes. Qum é que liga agora pros golzinhos feios que ele anda levando? Viva o Palestra.

 

 



Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 20h34
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Hexágono em Saturno

 E dura pelo menos vinte anos o hexágono que pode ser visto no pólo norte de Saturno. Nos anos 80 a Voyager já tinha visto o fenômeno. Agora ele foi filmado pela Cassini em outubro (2006).  Quem quiser ver o filme, vá em http://www.esa.int/esaSC/SEMEM5T4LZE_index_1.html#subhead1.



Categoria: Ciência, Astronomia
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 20h30
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