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Elvis Presley e Celine Dion

Essa foi dica do Silvio Xavier, Elvis e Celine juntos, no youtube, numa montagem interessante. http://www.youtube.com/watch?v=tD5u3eZvcUw. Quando Elvis morreu em 77, eu já tinha alguns de seus discos. Eu puxava fios da TV para poder gravar as músicas de seus filmes. Tenho as fitas até hoje. Um aparelho que pudesse gravar também o video estava completamente fora dos sonhos de um caipira interiorano. Nos tempos de hoje, tenho praticamente tudo que Elvis gravou, mesmo aqueles takes feitos de brincadeira em Graceland. É um cara que nunca me cansei de ouvir. Nos bons tempos eu tocava umas 50 músicas dele, de cabeça. A foto é de um de seus melhores filmes, Charro. Poucos sabem que Elvis era considerado um bom ator e que aqueles filmes babacas eram armações de seu agente, o Coronel Tom Parker. Elvis compôs poucas músicas, entre elas a imortalizada "Love me tender" (bacaninha, mas com uma letra sofrível). Seu forte era cantar pra caralho. Isso ele fez de um modo que dificilmente será sobrepujado. Tem o mérito também de inventar e inaugurar uma época, um modo de olhar o mundo e se não foi o inventor do Rock´n Roll, foi seu maior embaixador. E seu rei. Dá uma saudade danada de quando tudo isso era novo pra mim.



Categoria: Outras Artes
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 22h23
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Astronomia de Calçada

 

19 de maio de 2007

1a Noite Internacional de Astronomia de Calçada

1a ISAN (1st INTERNATIONAL SIDEWALK ASTRONOMY NIGHT)

A Astronomia de calçada tem como objetivos principais: 1) dar à comunidade a chance de ver, com seus próprios olhos, objetos celestes através de equipamentos apropriadamente proporcionados e 2) Dar informações sobre o que estão vendo. É uma atividade puramente voluntária e o único interesse é a disseminação da Astronomia. O CAUTEC, Clube de Astronomia da Universidade Tecnológica do Paraná (UTFPR), disponibilizará seus equipamentos para a 1a ISAN. Professores, astrônomos amadores e diletantes estarão no local para atender (a)os interessados. Qualquer pessoa pode participar, é só ter a curiosidade e ir para o evento. Podem trazer, se quiserem, instrumentos próprios. LOCAL: Praça  Ryu Mizumo (a do portal oriental), no Jardim das Américas, entre as ruas Dr. Brasílio, rua Des. Joaquim de Oliveira e rua Sinke Ferreira, Curitiba, PR.

DATA e HORÁRIO: 19 de maio, 18h até 23h30min. Atividades: Observação da Lua e Vênus até 19h40min; Saturno até 23h e Júpiter a partir das 21h. Dados Técnicos: Lat: 26°27’36,8”S ; Long: 49°13’48,1”W; GMT-3, h=920 m.  Equipamentos: 4 Telescópios (Luneta Astronômica de f=7,62 cm; Telescópio Newtoniano (Mont. Dob.) de f=15 cm.; Telescópio Newtoniano Motorizado de f=15 cm.; Telescópio Schmidt-Cassegrain de f=20 cm.) e Binóculos Astronômicos 9x63 e 7x50  Coord. Bertoldo Schneider Jr., Prof. Dr. (CAUTEC)

 

P.S. O tempo esteve muito ruim nesta noite. O evento falhou, como 2/3 de todos os eventos de astronomia. Coisas do ofício.



Categoria: Ciência, Astronomia
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 18h14
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Centenário de John Wayne

 Próximo dia 26 de maio, comemorar-se-á os 100 anos donascimento do grande John Wayne, nome verdadeiro Marion Robert Morrison, nascido em 1907, com mais de 170 filmes no currículo. Conforme Dulce de Brito, Wayne morreu de um câncer adquirido em 1954, enquanto filmava Sangue de Bárbaros (onde fazia o papel de Genghis Khan). Uma das locações do filme fora usada para testes nucleares, coisa que a produção ignorava por ser, na época, segredo de estado. Muitos outros participantes do filme (O diretor e mais 4 atores) tiveram o mesmo destino. Wayne morreu em 1979, em Los Angeles. Recebeu o Oscar de melhor ator em 1969, por Bravura indômita, True Grit (1969). Seu apelido era Duke por causa de seu cão dos tempos de infância. Foi O grande John Ford quem o introduziu no cinema. Stagecoach (1939), de John Ford, “No Tempo das Diligências”, por muitos conhecido como seu “primeiro filme”, foi na verdade quase seu 80o, mas foi o que o projetou como grande Astro. O filme é um espetáculo e o casal que faz com a prostituta é inesquecível. Para variar, na diligência só tinha santo. Ele, a prostituta, um jogador aristocrático, um médico bebum, uma dama sulista grávida e um boiadeiro fugido querendo encrenca. Obra de arte. Meu predileto dele. Tenho aqui na minha coleção de VHSs. Outros grandes filmes que gostei foram Fort Apache (1948), Rio Vermelho (1948) e Rio Grande (1950). Rio Bravo (1959), com Dean Martin, tinha até o Rick Nelson. Com certeza tem muitos outros filmes que eu gostaria de ter lembrado. Temainda outros Rios´s, como Rio Lobo, etc, o que não deixa de ser curioso. Fica aí a homenagem ao cara que fez a alegria dos meus pais. Fica ainda algumas de suas frases: "Eu nunca confio em alguém que não beba"; "I would like to be remembered, well . . . the Mexicans have a phrase, 'Feo fuerte y formal'. Which means he was ugly, strong and had dignity." e a dica de ouro: "Fale baixo, fale devagar e não fale muito".



Categoria: Filmes e séries
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 21h43
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Flores para Algernon

  Acabo de ler o conto “Flores para Algernon”, de Daniel Keyes, publicado inicialmente em 1959, na histórica The Magazine of Fantasy & Science Fiction. Keyes foi da marinha americana, bacharel em Psicologia e mestre em literatura inglesa. Já militou nos quadrinhos da Marvel e trabalhou com feras como Stan Lee. Este conto ganhou o Hugo e mais tarde, remodelado para romance, ganhou o Nebula de 1966, os dois maiores prêmios dados a obras de ficção científica. Foi também adaptado para filme em 1968, em “Charly” que deu ao ator Cliff Robertson (o tio do homen-aranha nos filmes do cinema) o Oscar de melhor ator. A história é contada em forma de diário de um cara retardado, Charly Gordon, que passa por um experimento cirúrgico que gradativamente aumenta sua inteligência. O interessante do conto é que o leitor vai percebendo isso no diário. A própria linguagem, no início cheia de erros de todos os tipos, vai ficando mais correta e encorpada conforme o personagem vai ficando mais inteligente. Claro que a inteligência subiu a níveis insuportáveis pelos humanos mortais e que a coisa degradou depois. É muito interessante ver como Keyes conseguiu a proeza de passar isto. Definitivamente um texto imperdível. Não me lembro de ter visto  este “Charly” de 1968, mas durante toda a leitura do conto eu me lembrava do filme (excelente, aliás) com a Elisabeth Shue, “Molly”, de 1999. É impossível que não tenha se baseado nesse texto. É muito interessante saber quem é Algernon e o porquê do título, mas isso eu não vou contar. Recomendo qualquer um dos dois. E antes que me esqueça, agradeço novamente ao Machado pelo presente da edição dupla comemorativa número 100 da coleção Argonauta, onde encontrei o conto.



Categoria: Poesia e Literatura
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 15h21
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O Tiro (2006)

O tiro

 

No banheiro

sempre sonho

em ver um tiro

entrando pela janela.

O estranhamento de ver

o buraco redondo

aparecer de repente

e daí uma sensação molhada

depois a dor, a inconsciência

e mais nada.

(Bertoldo S.Jr.)



Categoria: Poesia e Literatura
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 22h18
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Triste constatação

Sempre tive os engenheiros em alta conta. Sempre me orgulhei de ser um. O Engenheiro é o cara que, na prática, resolve os problemas, cria coisas, mantém as mesmas funcionando e as conserta quando falham. É uma puta duma profissão e não é exagero dizer que o conforto da humanidade foi construído em sua maior parte por eles. Existe aquela rixa conhecida entre Físicos e Engenheiros que eu não vou entrar no mérito porque é mais uma brincadeira do que uma rixa. Mas sou obrigado a reconhecer uma coisa muito triste. Engenheiros não lêem. Engenheiros deveriam ler, mas não lêem. No Brasil, nos últimos 20 anos, a média de livros lidos per capita praticamente não se alterou. São uns míseros dois livros por ano por brasileiro. Como a maioria das pessoas que você conhece, não lê praticamente nada, a minoria é que está lendo muito. Dá pra imaginar o poço, o abismo entre as visões de mundo de um leitor e um não-leitor, no Brasil? Não vou dizer a minha média aqui (sim, eu registro minhas leituras há alguns anos, mania de levantar dados) pra não posar de arrogante, mas está bem acima disso aí, e é constante desde os meus 15 anos (a partir dos 40 anos a coisa baixou uns 25%). Tenho contato com um grupo de pessoas muito talentosas, todas muito cultas, leitores inveterados e escritores muito bons (às vezes, excelentes) e talvez por isso, eu preste mais atenção nessas coisas. O fato é que a maioria absoluta (mais de 85%) dos engenheiros que conheço não lê quase nada fora de sua especialidade. E isso acontece dentro de um grupo que de certa forma deveria ser a nata da nata, a academia. E olhem que eu sou mal acostumado. Trabalho numa Universidade fantástica onde os problemas atuais entre alunos e professores praticamente não existem. Onde você está cercado por pessoas que atravessaram muitos testes e provas e concursos para conquistarem o direito de andar entre aqueles muros. Onde qualquer um tem uma lista de talentos a tiracolo. E mesmo num universo desses, transparece a nossa verdadeira pobreza brasileira. Fico pensando como deve ser aí fora. Dá pra entender porque é que uma pancada de gente procura a igreja para se sentir inserido. Pelo menos parece que a coisa é assim para outros grupos também. São raros os físicos que conheço que lêem. E pensando bem, parece que encontramos a mesma distribuição de leitores fora da academia, o que pode significar que a academia não é um universo tão especial assim. E eu acho que não é mesmo. A maioria das pessoas que admiro estão fora dela. Mas por que é que eu tô falando isso? Não sei. É um desencanto profissional. Não existem muitos daqueles engenheiros holísticos como antigamente. Acho que hoje em dia é assim em qualquer profissão. Neguinho e neguinha faz o curso, pega o diplominha e abre um negócio ou se emprega num bom negócio para garantir o salário. Segue o mote retardado norte-americano de que se tem sempre que subir na vida e vai galgando o que acha que é a pirâmide sócio-econômica. Têm seu carros novinhos e de marcas, trocam de casa/apartamento mais de uma vez por década, têm opiniões sobre vinhos (não suporto que tem opinião sobre vinhos, isso nunca me pareceu verdadeiro) têm seus hobbies caros que não agregam porra nenhuma a suas cabeças, enfim... são os últimos sujeitos com quem eu gostaria de passar um tempo tomando cerveja. Brindo então aos meus amigos leitores, eles sabem quem são, e também aos leitores deste Blog, que descobri serem mais do que o esperado. Gente que também prezo muito, apesar de não conhecer a maioria.



Categoria: Boca no Mundo
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 22h10
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