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Juanico

Juanico di Salvo é um chileno que adotou o Brasil como pátria, mesmo não tendo motivo nenhum para chamar qualquer lugar de pátria. É um Engenheiro elétrico experiente e se tudo der certo, trabalharemos juntos em estudo de descargas elétricas em altas frequências, meu atual tema de estudo. Mas o mais interessante de Juanico são suas habilidades extra-científicas. Já na entrevista, por causa de suas unhas, saquei e ele confirmou que tocava instrumento de corda "exótico" (para nõs, claro). Mais tarde, por e-mail, fiquei sabendo que escrevera alguns livros. Pedi pra ver e ele me presenteou comdois. Li o "Bicho del Paraná". Fantástico. Humor inteligente e não convencional, sem clichês e com umas tiradas imperdíveis. Seu personagem preso Tiroliro é uma obra prima que merecia mais que um livro extra. Desconfio que seja extremamente difícil topar com um livro seu e por isso, para quem quiser saber como achar, me mande um e-mail que eu faço o serviço de contato.



Categoria: Poesia e Literatura
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 16h47
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Arthur Clarke é mesmo o cara!

Acabo de ler "missão de salvamento", publicado pela primeira vez em 1946 e escrito um ano antes. Não me lembro de tê-la lido antes, o que acho estranho, uma vez que me considero um leitor assíduo do autor. Por muito tempo foi considerada a melhor história de Arthur Charles Clarke (1917-), que vive hoje em Sri Lanka. Há até uns anos atrás ele respondia cartas de próprio punho. Atualmente envia respostas prontas e genéricas. Há muito tempo está doente e sem condições de locomoção. Não seria exagero dizer que minha formação científica é em grande parte moldada por este escritor de ficção científica. De boa e verdadeira ficção científica, que é aquela em que a ciência é um personagem ou fator essencial para o funcionamento da história. Não sou desses que colocam os gêneros de Terror e Fantasia no mesmo balaio da Ficção Científica. Admiro a Ficção Científica Campbelliana (ou para ser bairrista, a definida por Bráulio Tavares, ou "brauliana"). Não estou interessado em classificações nem em quem disse ou não disse isso ou aquilo sobre essa literatura. O que me interessa em FC é sua capacidade de abrir os horizontes do leitor, de quebrar paradigmas, de surpreender com uma idéia nova, de realmente modificar. A maioria da literatura está centrada na idéia de que é uma coisa através da qual podemos saber e entender quem somos. A FC está baseada na idéia de que podemos saber e entender quem podemos ser. E é por isso que muita gente boa a despreza, porque não consegue ver a diferença, porque não consegue dar importância ao "vir-a-ser" e fica chafurdando eternamente no mesmo chiqueiro (não que daí não tenha saído obras estupendas). Mas eu estava falando do Clarke e de como considero a FC. Considerando a FC como aquela onde a ciência é o fator mais importante, não há como tirar de Clarke o posto de melhor do ramo. Não tem concorrência. Nesta história de pouco menos de 40 páginas estão, por exemplos, todas as idéias da mitologia de Star Trek, a franquia de maior sucesso no século XX. Estão lá a federação (que era anterior aos humanos); as idéias de que o Homem tem muito a ser admirado, apesar de suas cagadas homéricas no passado e presente, e que também tem muito a ser temido (o final é fantástico, do tipo que gosto, curto, repentino e inesperado). Mostra que conhecia profundamente a Astronomia da época, as telecomunicações. A passagem "os engenheiros... como sempre, realizaram o trabalho em metade do tempo que haviam considerado como absolutamente impossível." é certamente a semente geradora do Engenheiro Montgomery Scott da nave Enterprise (de Gene Rodenberry). Em suma, um conto de primeira. Encontrei-o na "Antologia do Espaço", com prefácio de Fausto Cunha, ed Cátedra (1975), que arrematei da coleção de um prezado colega. Recomendo.



Categoria: Poesia e Literatura
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 15h42
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Q C F

Fim de sábado e estou num casamento de pessoas muito boas e interessantes, mas que não têm a culpa de eu ser um Ogro ermitão completamente desinteressado pelo lado fashion dos rituais modernos. Sei que magôo muitas pessoas em volta, pessoas que me conhecem e já deveriam esperar por esse tipo de merda, e eu até tento parecer um cara sociável só por essas pessoas que eu amo, mas daí algumas equações me incomodam... sabem?.... equações existem para igualar dois lados... os dois lados têm que ser iguais... por que é que o mundo não deve dispender, para se adequar a mim, pelo menos a mesma energia que gasto para me adequar a ele? Eu estava assim, conversando o que era possível através de uma música muito alta, quando minha filha de seis anos me convida para dançar. Eu estou com a panturrilha estourada por causa de uma ruptura há 80 dias, tenho mais 45 dias de laser, ultrassom, corrente elétrica e fisioterapia e não posso nem fazer caminhadas, mas minha filha de seis anos, vestida como uma princesa, com aquela carinha suada de pular com qualquer par de compassos que aparece, está me pedindo para dançar uma valsa com ela... sua primeira valsa... é claro que eu vou... e eu não vejo um contentamento tão  autêntico desde os tempos de menino... e depois eu danço outra dança com a outra filha, que carrego no colo porque está com o pé quebrado... e dançando com duas princesas numa mesma noite eu sei que posso suportar mesquinharias, egoísmos, cobranças de dívidas que não devo e vaidades travestidas de nomes encontráveis em revistas de direitos femininos... Com aqueles sorrisos eu sei que eu posso dar um grande "foda-se!" para o mundo... pelo menos por hoje...

Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 01h25
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Eta.. mundão!

 A governadora do Pará (petista, diga-se de passagem,...ôooo ana julia!! ... assim mesmo, sem maiúscula ou negrito) tem vindo à TV com aquela cara de pau dizendo que é bom mesmo que o povo saiba da situação das presas do Pará para "que a sociedade se mobilize"... VTC!!! O movimento de Mulherres do campo e da cidade vem denunciando tais ocorrências desde 1996; Um motorista que conduzia um ônibus lotado, ao levar voz de assalto, pula covarde e irresponsavelmente pela janela do veículo, causando capotamento e mortes; um esquema envolvendo o esteróide THG, antes indetectável pelos mátodos utilizados nas competições, é descoberto e tem neguinho perdendo medalha desde 2000; mundo em que perder 30 reais é mais grave do que se vender por 30 reais... triste mundo sem Homens de verdade... mundo em que o cara acha que é chefe e que é lider porque tirou 10 com estrelinha num curso pago cujo nome só tem letras (afortunadamente, vivo num "mundo" sem "chefes"); mundo em que pais confundem educar e dar limites às crianças com fazer com que elas façam o que eles querem... mundo besta em que pessoas têm que inventar festinhas, baladinhas, estimulantezinhos e outros compromissos para disfarçarem a extrema incapacidade que têm de vivem consigo mesmos, para esquecerem de que não gostam ou não suportam quem são... Depois vem carinha perguntando porque é que não gosto de nenhum tipo de jornal ou de política ou de moda ou de qualquer merda-stream. Porque fico ansioso pra mandar tudo isso pra p.. que p. Passa a régua!



Categoria: Boca no Mundo
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 00h47
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Mico na churrascaria

(Esse vem do "micos...", blog sobre "escorregadas acadêmicas" que participo). Na última quinta, 22 de novembro, fomos à churrascaria (acho que Alameda) Grill porque o colega Ogê A. Marques, que mora e leciona na Flórida, estava por aí. Foi quase todo opessoal do Lab do Humberto e eu fui de bicão (meu irmão Fábio é do citado Lab.). Entre outras pessoas, estava lá também o Bukowskiano Gustavo, num dia de Mauricinho (nada a ver com o fato de o Maurício Mendes também estar presente). Aliás, o Maurício me deu excelentes dicas (que eu ignorava por ser amador das cordas e não das teclas) sobre músicas MIDI e suas pistas internas de partirura. A foto abaixo é um dos momentos descontraídos (só teve desses momentos) do evento, onde, ao lado do Ogê (que deve se proteger muito bem so Sol da Flórida), o prof. Hugo é pego num momento meigo chupando pirulito de coraçãozinho. Deu até pra ouvir a canção a canção que cantarolava: "hilarilarilarihê..."

 



Categoria: Boca no Mundo
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 13h43
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Lançamento do 'Quânticos' do Carneiro

 

Aconteceu hoje  no Beto Batata o lançamento de "Quânticos da Incerteza", de André Carneiro. O Musta leu uns 4 textos do livro com acompanhamento da Carol no piano e do Manchinha no acordeon. Conheci umas figuras interessantes, tive uma aula sobre trovas, vi exemplos de gastronomia equivocada e o que valeu mesmo foram os três Chopps (tempo que durou o evento) que tomei batendo papo com o Hugo Neto e, obviamente, o livro. O Clair também baixou por lá. Na foto estão o músico Maurício, filho do André, o próprio André Carneiro autografando, a moça do casal ao fundo é a filha do Musta e as outras pessoas me fugiram da memória. São 200 páginas de poesia imperdível (isso alguns meses depois de lançar o "Confissões do Inexplicável", pela Devir, com 600 páginas de contos. No final do livro tem a Bibliografia do Carneiro. Eu já tinha lido a maioria desses textos há muito tempo (gentileza do André deixar que vejamos suas coisas inéditas), de modo que posso assegurar que é coisa da boa. Tem uma história curiosa que vem a calhar. Há alguns anos achei na minha caixa de correio (que fica na grade da casa, dentro de um condomínio fechado fechado) uma poesia impressa e sem autor. Era uma coisa muito bonita, muito boa e muito interessante sob vários aspectos. Achei muito estranho. Ninguém que eu conhecia sabia escrever tão bem e ao mesmo tempo tinha acesso à minha caixa. Uns quarenta dias depois, numa das pizzafiction, o mistério foi resolvido. Era uma poesia do Carneiro que o Machado tinha colocado em minha caixa só para zoar. Não entendi direito a graça, mas gostei do privilégio de lê-la.



Categoria: Poesia e Literatura
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 23h41
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Quânticos da Incerteza

 
Pra quem curte poesia e literatura, recomendo o evento abaixo, por três motivos:
 
1-O livro é bom pra caramba e o autor consagradíssimo
2-Dizem os adivinhos que até eu darei uma palhinha no violão, para fundo dos recitais
3-É uma bar, pô... tem cerveja!
 
Espero vocês por lá. 
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O escritor e poeta André Carneiro estará autografando seu livro
 
Quânticos da Incerteza
 
Dia: 19/11/2007 - segunda-feira - a partir das 19h30min -
No Original Beto Batata (Alto da XV)
Rua prof. Brandão, 678 - fone: 3262-0840



Categoria: Filmes e séries
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 18h12
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Não sou o Batman.

Domingo de tarde. Um pai leva as duas filhas pra passear de bicicleta. Todos os três numa bicicleta só. Receita maneira para uma pequena tragédia. Não deu outra. Mesmo tomando cuidados e colocando estribos de segurança, um pé escapa e vai parar torcido entre os raios e o garfo da bike. O pé da Vic absorveu em uns 0,2 segundos uma quantidade de movimento de uns 360 kg.m.s-1. Equivalente a uns 18 kN ou a uns três fuscas empilhados passando sobre seu pé.  Resultado: vai demorar um mês para poder apoiar o pé, uns 6 meses para desinchar, até que todas as estruturas (cápsula, tendões, músculos, pele e osso, fratura incompleta do Talus) voltem ao normal, depois a fisioterapia e tal. Analisando em retrospecto, tive talvez dois décimos de segundo para processar a informação, para desconfiar que algo estava errado, para daí, tentar evitar o acidente. O Batman conseguiria isto, eu não. Tenho que definitivamente aceitar o fato de que não sou o Batman. De que não sou um super-pai. O tempo de reflexo condicionado é bem maior que isso, uns 0,7 segundos, de modo que racionalmente sei que não posso ser culpado. Mas a mente dum pai não funciona dum modo tão simples. Mas tudo bem, o mundo continua girando, ela encara tudo numa boa, com valentia templária. Acho que ela é a bat-girl.



Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 01h54
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