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Deckard era ou não um replicante?

Com os 25 anos de lançamento de Blade Runner no cinema (até participei de uma mostra especial sobre o filme, emprestando alguns livros), uma pergunta tem voltado, enquanto deveria estar sepultada há um quarto de século. Deckard era ou não um replicante? Replicante é, para os desavisados, uma variante não clichê para andróide. Vou só fazer uma contra-pergunta: no que é que isso muda o filme? Assim, “na real”? o que é que muda? Só vai ter um finalzinho besta em que todo mundo vai lembrar: “ohhhh, ele também era replicante!”.. e vão esquecer daquilo que o filme realmente fala. Ridley Scott, na época um cara ainda acusado de ser apenas um produtorzinho de filmes publicitários, conta que Philip Dick até ficou ofendido quando ele lhe disse que não conseguira ler o livro de contos (onde aparece o conto que inspirou Blade Runner) até o final (eu também sempre achei um saco o estilo do Dick), mas que teria ficado “eternamente grato” depois de ver os 10 minutos iniciais do filme. Dick morreu 5 meses depois desse ocorrido. Li há muito tempo os contos de Dick e desde Blade Runner e Total Recal eu sei que os filmes baseados em sua obra são melhores que na literatura (até onde eu sei, é o único autor com quem isso acontece, e olhem que o cara não é fraco, não). Mas no exemplo de Blade Runner, o filme, não existe um “Deckard” no texto; o próprio termo “blade runner” foi tirado dum roteiro não aproveitado de William Burroughs; “replicantes” foi um termo criado pelo roteirista David W. Peoples (veio de sua filha, estudante de Biologia e Química da UCLA) e o clima central do conto de Dick era a sociedade, vista através de um Zé-ninguém, onde os animais já não existiam e o status era medido pela capacidade de alguém ter ou não um animal de estimação. Este animal era sempre artificial. Aliás, ler o conto só serve para entender este aspecto do filme (que está “implícito” demais, assim como os animais em origami que aparecem frequentemente no filme). Blade Runner foi um desses filmes que alguém iniciado em ficção científica sabe (como soubemos na época) imediatamente que veio para ficar. Já está meio batida a idéia da Ficção científica associada às três perguntas da Esfinge, mas vou repetir aqui, porque isso explica, pelo menos para mim, porque é que a FC tem o potencial de ser o melhor e mais profundo gênero de todos. A FC é um dos únicos veículos que trata com conforto os três problemas básicos da humanidade: De onde viemos; para onde vamos e quem somos? Blade Runner trata com espetacular brilhantismo o “quem somos?”, dá um recado dum jeito poético e bonito para que reflitamos “de onde viemos e para onde vamos?” Hoje em dia tem alguns “especialistas” (carinhas na faixa dos vinte e tantos que acha que manja de cinema) dizendo que o filme só foi (re)descoberto quando lançado em VHS. Bobagem! Lembro muito bem de que quando vimos o filme, eu e mais uma porrada de amigos cuja opinião respeito, já sabíamos que seria um clássico. Agora, vamos esquecer essa bobagem de Deckard ser ou não replicante. Não interessa porra nenhuma para o filme. Se você acha que interessa, veja de novo o filme através de um ponto de vista menos “Sabrina”.

 



Categoria: Poesia e Literatura
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 21h55
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Charadinha do Donald

Estou de férias, a cada dois dias mudando de lugar. Hoje parei num com rede wireless. Eu estava escrevendo um texto sobre Blade Runner (se der, posto aqui) quando minha filha de seis anos veio com umas pegadinhas do Donald. Sim, aquele Donald, o Pato Donald. A charadinha do Donald era a seguinte pergunta: "Como se resolve um problema impossivel?" Puta pergunta!!! A resposta? "Deixando-o de lado". Só tinha visto isto colocado com tanta clareza pelo Físico Richard Feynman (e nem de longe era tão acessível assim). Isso é uma daquelas pérolas revestidas de lama. Se você realmente não se empolgou ou não sacou o lance, eu lhe repito o verso do Drummond: "foi seu ouvido que entortou".



Categoria: Boca no Mundo
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 21h32
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Terremoto onde?

É muito comum, mais agora que os EUA deixaram de ser o “sonho brasileiro”, ouvirmos o argumento de que moramos numa terra abençoada. Eu mesmo o uso frequentemente. Terra abençoada porque aqui não temos problemas de neve, terremotos, vulcões, tufões, etc. Não somos mais assim. Talvez porque tenhamos começado a registrar há pouco tempo ou por causa das modificações planetárias ocorridas por causa da modificação climática (em sua maior parte –não tão grande como preconizam – causada pelos gases estufa). O fato é que o Brasil está mudando. Há alguns anos tivemos aqui perto, em Santa Catarina, um anti-ciclone respeitável e a coisa era tão rara que os “gringo” até acharam petulância nossa querer dar nome ao bicho (como se só eles pudessem fazer isso). Agora vem essa história de um terremoto em Minas, e pior, com uma vítima: uma menininha de cinco anos (quem disse que monstros não atacam perto da meia-noite?). Foi a primeira morte, causada por terremoto, registrada no país. Até onde se sabe, o Brasil não tem falhas tectônicas e está “no meio” de uma grande placa. É incomum terremotos de médias proporções, como foi esse de Minas (Richter 4,9). No Brasil foram registrados poucos dessa magnitude (12, conforme o geólogo Chimpliganond, da UnB, o maior, de 6,2, no Mato Grosso, em 1955). É um fato que o planeta está mudando seu comportamento. Cientistas não discutem fatos, por mais estranhos que sejam. Discutem, quantificam e remoem a qualidade da verdade do que sabemos sobre o fato. Quanto a isto, parece não haver nenhuma dúvida. Então, a questão acadêmica do que está causando tudo isto, de quais as percentagens de colaboração desse ou daquele fenômeno, parece desprovida de sentido diante da necessidade emergente de termos que agir no sentido de controlar essas modificações planetárias. Parece certo que o efeito do gás carbônico nessa modificação colabora com algo entre 40 e 90%, Meu “chute”, baseado na história térmica do planeta, causada por eventos astronômicos, é algo em torno de 55-60% (o efeito Milankovic eu acho que tem pelos 30-38%, nessa época em que vivemos). O lance do Milankovic nós não podemos fazer nada. Não é tão fácil mexer na órbita do planeta, nem no comportamento do Sol. Muito mais fácil é modificar alguns comportamentos aqui na Terra e consertar o lance do gás carbônico. Este está ao nosso alcance.  Já provamos nossa capacidade de foder com o planeta e consertar nossas cagadas com a história da camada de ozônio, atualmente considerada sob controle. Se aquele grande país do norte (com aquele pequeno governante) parasse de queimar tanto carvão, instituísse em seus veículos o mesmo padrão de emissão usado na Europa e parasse de brincar de “king of the hill”, já teríamos mais umas duas décadas para tentar resolver o problema de modo sistemático e global.



Categoria: Ciência, Astronomia
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 21h21
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Burros na linha

Florianópolis acaba de se tornar a primeira cidade do país onde é proibida a pesquisa utilizando animais. Os retardados (não há outra palavra para defini-los, já explico) que fizeram isso não notam que estão vivos por causa desse tipo de pesquisa. Mais de dois terços da população com mais de 30 anos estaria morta hoje, não fosse os resultados de pesquisas desse tipo. Por que chamei os caras de retardados? Porque é o que são. Quando alguém tem algum tipo de deficiência séria, ou um atraso relativo, em alguma área do conhecimento ou do social, dizíamos, no passado, que esse alguém tinha um retardamento. E os carinhas fizeram isso numa cidade com uma das maiores universidades do país, a UFSC. Obviamente isso terá perna curta, porque a ingerência sobre a ciência não pode ser da jurisdição de uma cidade (e nem de um estado, como no Paraná acontece com a história do soja). É, no mínimo, de jurisdição federal, senão planetária.



Categoria: Boca no Mundo
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 21h20
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Porcos em Festa !!!!!!!!!

Acho que todos vão me perdoar a falta de civilidade neste post. E se não perdoarem... tô pouco ligando. O fato é que este domingo é um dia de festa para qualquer Palmeirense. O Corinthians caiu, foi rebaixado, alijado para a segundona (série B para quem está lá) junto com os outros 3 piores times do brasileirão. O que posso dizer? O que posso falar neste momento de alegria? Um incentivo: Vai fundo Corinthians!!!!



Categoria: Boca no Mundo
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 18h28
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As Gêmeas, episódio 1100, o musical

Quem passa por aqui já notou que sou fã de minhas filhas, as gêmeas de 6 anos. No trabalho sou professor-pesquisador de Eletrônica e Biomédica. Aqui em caso sou professor de artes sapecas, desenho, pintura, bagunça e música, além de ser, é claro, um escravo totalmente manipulado por elas (ou pelo menos é o que elas pensam ou ...). Nos finais de semana, dou aulas de música, violão e teclado para as traquinas (embora eu seja péssimo em teclado, eu me viro bem na teoria). Hoje, aproveitei que elas estavam tentando tocar a "quebra-nozes" e introduzi o pentagrama e a notação musical. Elas sacaram o mecanismo e a Toy até ensaiou reproduzir os símbolos. Respondo perguntas sagazes do tipo "pra que servem as bandeirolas?" ou "o que é o pauzinho no lado da bolinha?" e fico uma coruja estufada. Talvez vocês se perguntem como elas conhecem a "O quebra-nozes", de Tchaikovsky. Certamente dos longas da Barbie. Ao contrário do que eu pensava inicialmente (que os filmes da Barbie trariam a cultura consumista de modinhas e modinhos) os desenhos da Barbie são altamente cultos, com roteiros e diálogos sofisticados, e transmitem habilidades como gentileza, inteligência, leitura, boa dança, boa música, cultura, convivência pacífica, estar elerta para o mal e muitas outras coisas. Até ensinam astronomia de qualidade. O longa "quebra=nozes" da Barbie tembém tem uma história muito instrutiva e interessante, um pouco diferente do reino dos doces, do caminho da limonada e dos pastéis dançarinos do original. Fico por aqui, lembrando delas olhando as bolinhas no diário da Moranguinho e ensaiando os dois compassos iniciais da melodia do balé "quebra-nozes". Tem dias, alguns poucos, nos quais o mundo até parece um lugar legal... pena que a sensação seja tão volátil.



Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 00h23
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