Meu Perfil
BRASIL, Sul, CURITIBA, UBERABA, Homem, de 46 a 55 anos, Portuguese, English, Livros, Cinema e vídeo, Ciência, Astronomia



Histórico
 01/10/2015 a 31/10/2015
 01/11/2013 a 30/11/2013
 01/10/2013 a 31/10/2013
 01/09/2013 a 30/09/2013
 01/08/2013 a 31/08/2013
 01/07/2013 a 31/07/2013
 01/05/2013 a 31/05/2013
 01/03/2013 a 31/03/2013
 01/02/2013 a 28/02/2013
 01/11/2012 a 30/11/2012
 01/08/2012 a 31/08/2012
 01/07/2012 a 31/07/2012
 01/06/2012 a 30/06/2012
 01/02/2012 a 29/02/2012
 01/01/2012 a 31/01/2012
 01/09/2011 a 30/09/2011
 01/08/2011 a 31/08/2011
 01/07/2011 a 31/07/2011
 01/06/2011 a 30/06/2011
 01/02/2011 a 28/02/2011
 01/01/2011 a 31/01/2011
 01/11/2010 a 30/11/2010
 01/10/2010 a 31/10/2010
 01/09/2010 a 30/09/2010
 01/07/2010 a 31/07/2010
 01/05/2010 a 31/05/2010
 01/04/2010 a 30/04/2010
 01/03/2010 a 31/03/2010
 01/01/2010 a 31/01/2010
 01/12/2009 a 31/12/2009
 01/09/2009 a 30/09/2009
 01/08/2009 a 31/08/2009
 01/07/2009 a 31/07/2009
 01/06/2009 a 30/06/2009
 01/05/2009 a 31/05/2009
 01/03/2009 a 31/03/2009
 01/01/2009 a 31/01/2009
 01/12/2008 a 31/12/2008
 01/11/2008 a 30/11/2008
 01/10/2008 a 31/10/2008
 01/09/2008 a 30/09/2008
 01/08/2008 a 31/08/2008
 01/07/2008 a 31/07/2008
 01/06/2008 a 30/06/2008
 01/05/2008 a 31/05/2008
 01/04/2008 a 30/04/2008
 01/03/2008 a 31/03/2008
 01/02/2008 a 29/02/2008
 01/01/2008 a 31/01/2008
 01/12/2007 a 31/12/2007
 01/11/2007 a 30/11/2007
 01/10/2007 a 31/10/2007
 01/09/2007 a 30/09/2007
 01/08/2007 a 31/08/2007
 01/07/2007 a 31/07/2007
 01/06/2007 a 30/06/2007
 01/05/2007 a 31/05/2007
 01/04/2007 a 30/04/2007
 01/03/2007 a 31/03/2007
 01/02/2007 a 28/02/2007
 01/01/2007 a 31/01/2007
 01/12/2006 a 31/12/2006
 01/11/2006 a 30/11/2006
 01/10/2006 a 31/10/2006
 01/09/2006 a 30/09/2006
 01/08/2006 a 31/08/2006
 01/07/2006 a 31/07/2006
 01/06/2006 a 30/06/2006
 01/05/2006 a 31/05/2006
 01/04/2006 a 30/04/2006
 01/03/2006 a 31/03/2006
 01/02/2006 a 28/02/2006
 01/01/2006 a 31/01/2006
 01/12/2005 a 31/12/2005
 01/11/2005 a 30/11/2005
 01/10/2005 a 31/10/2005
 01/09/2005 a 30/09/2005
 01/08/2005 a 31/08/2005
 01/07/2005 a 31/07/2005
 01/06/2005 a 30/06/2005
 01/05/2005 a 31/05/2005
 01/04/2005 a 30/04/2005


Categorias
Todas as mensagens
 Boca no Mundo
 Ciência, Astronomia
 Poesia e Literatura
 Outras Artes
 Filmes e séries


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 BLOG DAELN-UTFPR
 Mário Bortolotto
 Micos, Gafes & Vexames
 Bacia das Almas - Paulo Purim
 Proibido Ler de Gravata
 Márcio Américo
 BLOG da Merie
 Angeli
 BLOG da Livraria Osório SEBO
 Leo Jaime, o BLOG
 Crônicas, vários autores
 Diário de uma Prostituta
 NonaArte HQ's
 Bertoldo Schneider, Site
 Engenheiras de Saia
 Poéticas Profecias
 Espelunca - Ademir Assunção
 Stocker - Stockadas
 Bestiário (POESIAS)
 Mustafá & A Confraria
 UOL-BLOG
 Thadeu, Polaco poeta
 Mônica Berger, Poeta
 Poesia Jornal
 Astrália-Marcos Prado-Tributo
 Blog do Eltom
 Blog do Machado


 
QuasarGhost, The BSJ WeB Log
 

Gracie

 Não tinha visto ainda este filme, Gracie, porque achava sem graça (com o perdão do trocadilho), mas eu estava enganado. Ele tem a presença de Elisabeth Shue cujo trabalho dispensa comentários. A história é baseada na própria infância de Elisabeth Shue, que fazia gols em futebol de meninos, no equivalente ao ensino fundamental, e até hoje "joga um bolão", se é que vocês me entendem. Junto com seu irmão Andrew Shue, o técnico do time júnior, tocaram uma história cheia de paralelo com suas próprias. Eles também perderam o irmão mais velho e a família era ligada num tal de "soccer", etc. Sempre curti filmes de esportes coletivos, mesmo que fossem ruins. Tem alguma coisa nessas batalhas que mexe com nossos gens. Não sou nenhum craque, mas o futebol sempre esteve no sangue. No segundo grau a gente chegava a jogar oito horas seguidas e a gente tinha um time, o "Liverpool", lá em Apucarana, que ganhava todas (só nunca ganhou dos seminaristas e, mesmo assim, fomos campeões do colégio, pois o jogo contra os seminaristas foi suspenso no empate no meio do segundo tempo, por briga). Como todos peladeiros, tenho minhas glórias pessoais: algumas defesas que só eu me lembro (fui goleiro e atacante), porque sei como foram difíceis; um jogo de campo que ganhamos de 4x3 onde fiz os 4, todos com passes do meu pai; um jogo de campo em que fiz três (não tô mentindo não, eu treinava pra caramba) gols olímpicos; gols heterodoxos do tempo que minhas pernas acompanhavam minha cabeça, etc. Sou como a maioria dos "meninos". O futebol tem daquelas coisas que só meninos entendem (hoje em dia, nem tanto: estão aí a Shue, a seleção americana, à brasileira e a Marta, que definitivamente me convenceu.). O futebol me ensinou muito. Uma vez até deixei de ser assaltado por um bando de mais de 10 caras porque um deles me reconheceu... "tá limpo, libera! ele joga bola com a gente!". Se você, menino ou menina, entende dessa emoção, não deixe de ver Gracie. Tem lá suas falhas de roteiro, coisas que poderiam ser bem melhor, falhas de fotografia, além de que o americano não manja muito da plasticidade do futebol, mas vale a pena, é show de bola.



Categoria: Outras Artes
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 12h27
[ ] [ envie esta mensagem ]



Que coisa fofa!

Olhem só que coisa fofa o Kaká, jogador brasileiro do Milan, fez. Ele ganhou o troféu, da FIFA, de melhor jogador do mundo em 2007 e o doou para a igreja renascer (assim mesmo, em minúsculo), fundada pelos criminosos Estevam e Sônia Hernandes, que cumprem pena nos Estados Unidos. O que será que o futebol profissional tem pra causar esse tipo de sequela?



Categoria: Boca no Mundo
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 00h32
[ ] [ envie esta mensagem ]



Tudo por uma peladinha.

 O que é que a gente não faz por uma pelada? Pois é. No dia primeiro de setembro, enquanto jogava uma pelada de futsal com outros professores e alunos da pós-grad, fiz essa merda. Eu já estava jogando havia mais de uma hora. De repente, num lance eu tomo a bola de um dos caras. Pelo rabo do olho vejo que foi uma boa roubada, porque eu ia pegar o time deles todo no ataque. Já fiz isso centenas de vezes e nos meus vinte anos eu era "impegável", bastava dar uma arrancada e não tinha nego que me segurava. Meu cérebro pensou como nos vinte anos e mandou meu hardware de calibre 45 executar a tarefa de um garoto. Não deu outra. Senti como se alguém tivesse me dado uma "tacada" de baseboll por trás da perna. Antes que eu caísse pude ver que não havia ninguém por perto. De onde tinha vindo aquele tiro, aquela pedrada? É o que a gente sente quando há uma ruptura. Claro que fiquei sabendo de tudo isso muito depois e claro que eu não fiz alongamento antes de jogar. É chamada "síndrome da pedrada" porque a gente sente como se tivesse levado uma pedrada muito forte. Olha só a merda: uma semana sem andar ou dirigir, só no gelo; umas três semanas na compressa quente e andando de bengala e minha perna direita só podia se movimentar para frente do corpo, ou seja, ela só dava meio passo. Depois começaram os exames e fisioterapia. Laser, eletricidade, ultra-som e alongamento de recuperação. Outro dia passei mais de meia hora dentro de uma máquina de ressonância magnética. Quatro meses e meio depois do ocorrido eu ainda não estou liberado para caminhadas (só estou liberado para nadar, de leve). Até deixei de colaborar com o blog de Micos, Gafes & Vexames, onde eu postava histórias das peladas. Daí vem os XX e perguntam se vale a pena esse negócio das peladas semanais. Pô, tá na cara! Pergunta aí pra qualquer XY e a resposta será a mesma. Porra, que saudade de meter uma bicuda num capotão!



Categoria: Boca no Mundo
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 23h57
[ ] [ envie esta mensagem ]



O Motorista Brasileiro

Dêem uma olhada no perfil dos acidentes em rodovias federais. 80,75% acontecem em pista com bom estado de conservação (será que é por isso que o gaverno não conserta algumas rodovias, para evitar acidentes?); 53,6% acontecem de dia (isso eu acho que não diz nada em si, são necessários outros dados para interpretação); 63% acontecem em dias de tempo seco (com o motorista "molhado", quase sempre) e, o mais alarmante para mim, 71,4% dos acidentes acontecem em retas (!!! A retidão não é mesmo uma característica do brasileiro !!?!). É interessante saber que somente 1,5% dos acidentes são causados por motoristas embriagados. Isso poderia ser um tiro pelo culatra, não fosse o fato de que esses acidentes costumam ser os mais trágicos. Nosso índice de acidentes é de 7,5 mortos/10.000 veículos, três vezes maior que o considerado tolerável em países desenvolvidos. Diante da proposta de aumentar as multas por excesso de velocidade conforme o valor do veículo, que acho perfeitamente cabível e eficiente, vem o senhor Horácio Augusto Figueira, consultor em engenharia de tráfego e transporte, com o seguinte argumento: ele diz que é "besteira" porque "Eu, se fosse milionário, compraria um fusca 62.". Não estou acostumado a ouvir opiniões imbecis como esta de gente vinculada à "engenharia", mas acontece. O "lôco" não conhece a cabeça de um milionário, não sabe quanto custa um fusca 62 e nem quanto ele "corre". O cara realmente imagina que milionários vão driblar assim uma lei dessas? O que esperar de um país onde todo mundo se acha especial o suficiente para burlar regras?



Categoria: Boca no Mundo
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 13h29
[ ] [ envie esta mensagem ]



Lettras Mínimas

  Recebi meus exemplares de “Letras Mínimas”, da editora Guemanisse, Rio de Janeiro, 2007. O livro é uma antologia organizada por Clarisse Maia-Guedes sobre os mini-contos e haicais (clássicos 5-7-5) finalistas e vencedores do concurso que a editora promoveu em 2007. Está lá um conto meu, o “Lectura”, um experimento reiterativo sobre passado e futuro. O livro coisas muito boas e algumas nem tanto. Tem lá um haicai do Sérgio Pichorim, meu colega de trabalho e especialista premiado nessa mídia poética, com coisas bacanas como esta: “A parede é o chão, / o velho quadro, a casa / de uma lagartixa.”. Interessante é que dá pra notar tanto pelo apresentação de Eunice Henriques, quanto pelas biografias dos 92 autores, que uma grande parte, senão a maioria, dos autores têm carreiras tecnológicas. Eu me sinto confortável em falar disso porque, como pesquisador, escrevo artigos científicos e como “metido a escritor”, escrevo lá minhas literaturas. Na ciência, as frases devem ser construídas visando a univocidade, i.e., devem ter somente uma maneira de serem compreendidas, devem ser inequívocas (nunca com mais de um significado). Na literatura, a coisa acontece quase ao contrário. Então, volta-me uma questão que uma repórter me fez nos anos 80: “Como é que se concilia, na mesma pessoa, o cientista e o poeta?” Não tenho uma boa resposta para isto até hoje. Conheço à de Nietzsche, "O homem artístico é a extensão do homem científico.". O que posso dizer, adicionalmente, é que o homem da ciência tem, à sua maneira, uma visão profunda de alguns aspectos do mundo e quando ele tem, também, certa habilidade literária (que nada tem a ver com escrever artigos), grandes coisas podem sair dali. É o que essa antologia, surpreendentemente (no meu ponto de vista, porque sei que a maior parte dos cientistas são tacanhos em literatura) parece mostrar. Uma surpresa feliz! Vou aproveitar este post para falar sobre publicação literária. Não sei se sabem, mas no Brasil, a figura de agente literário é virtualmente inexistente. Os editores declaram em simpósios que não lêem e não têm condição de ler os livros que lhes são enviados ou “propostos”. O caminho é o apadrinhamento por alguém que já é publicado e está nas graças do editor (daí, eles publicam ‘sem ler’). Isso não sou eu que digo, é o que editores declaram quase em uníssono nos encontros por aí. Isso faz com que quase sempre os primeiros trabalhos de um autor tenham que ser apadrinhado ou pagos. Nunca achei um caminho honesto esse da auto-publicação, que é quando se paga para imprimir o próprio livro, sempre tentei fugir disso, mas por aqui o sujeito quase não tem escolha. Conheço casos em que grupos disfarçados montam uma editora para se auto-publicarem sem que a coisa pareça isto. Não tenho nada contra, desde que seja um grupo grande com consciência crítica. Confesso que paguei “duzentinha” para estar nesta antologia e receber 10 unidades do produto, mas há uma diferença da auto-publicação. Neste caso, houve um critério de escolha e a oportunidade foi oferecida somente aos finalistas do concurso, algo muito próximo do que acontece com algumas revistas científicas, i.e., houve o mecanismo meritório inserido. De modo que estou em paz com minha consciência. Claro que é muito melhor ser publicado, como já aconteceu, sem se gastar um tostão. Vocês sabem como é, não? Eu tenho lindas filhas, já plantei árvores e quero me livrar da outra “obrigação”.



Categoria: Poesia e Literatura
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 13h10
[ ] [ envie esta mensagem ]



Primeira passagem da Messenger por Mercúrio

  Neste 14 de janeiro, a nave MESSENGER (Mercury Surface, Space Environment, Geochemistry, and Ranging) fará um “rasante” (pouco mais de 30 Mm, 30.000 km) por Mercúrio, o planeta “terrestre” (rochoso e perto do Sol) menos estudado. Mércúrio é o Deus dos Viajantes, mercadores e ladrões, mas é mais conhecido por ser o arauto dos Deuses. Arauto significa mensageiro, daí o nome/sigla MESSENGER dado pela NASA. A variante grega para Mercúrio é Hermes e o símbolo deste post é o símbolo de Mercúrio (que também é usado pelos astrólogos, que não têm nada a ver com Astronomia). Estão agendadas, para esta passagem ( várias sessões de fotos em várias janelas espectrais. Isso significa que, para a semana que vem, podemos esperar fotos novinhas, fresquinhas, do planeta “rapidinho”. Mercúrio tem uma peculiaridade interessante (na verdade, muitas): Seu dia tem quase 58,65 dias terrestres e seu ano (uma volta completa em torno do Sol) tem 87,97 dias terrestres. Isso quer dizer que o ano “mercuriano” tem quase que exatamente um dia e meio, ou seja 1 ano = 1,5 dias (eles não poderiam fazer feriado por lá) e, no passado, cientistas chegaram a acreditar que fosse síncrono, como a nossa Lua, i.e., mostrava sempre a mesma face para o Sol. Também tem o interessante fenômeno conhecido por “pôr de Sol duplo”. Numa determinada localização de Mercúrio, é possível ver o Sol se por, depois subir novamente voltando para o céu visível e tornar a descer. Este eu soube através da Lista Urânia, a maior lista de interessados (amadores e profissionais) em Astronomia do Brasil, capitaneada pelo famigerado Naelton. Os dados para simulação devem estar em algum HD de backup aqui em casa. Se alguém se interessar, eu procuro.



Categoria: Ciência, Astronomia
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 12h45
[ ] [ envie esta mensagem ]



E a educação só piora!!!!!!!!

O pesquisador José Francisco Soares, da UFMG e que coordena um grupo de avaliação e medidas educacionais, concluiu que a desigualdade educacional entre “ricos” e “pobres” é maior do que à de renda. Numa escala de 0 a 1, onde 1 é a desigualdade máxima, para dados de 2003 em provas de matemática da 8a série, foram encontrados o índice Gini de 0,545 (renda) e para uma equação equivalente, o índice de 0,635 para a educação. Outra informação que assusta é a de que o mesmo índice vem piorando constantemente desde 1995. Sou um fã do trabalho que o FHC fez neste país com a economia, mas o que fez com a educação foi uma merda. Merda esta que foi espalhada pelo ventilador do Lula. Os alunos que chegam no ensino superior têm um nível educacional desalentador. Como educador eu posso dizer que a gente sente a diferença fácil fácil, entre alunos “da antiga” e esses que atravessaram esse lamentável sistema cuja “eficiência” se limita a chutar os alunos para frente, independente de seus rendimentos. Nada é mais letal para o sistema educacional do que implementar políticas não meritórias. O sistema de ensino deve ser por mérito, i.e., o aluno passa se merece. Quando inventarem uma máquina que ensine de modo neutro e honesto, independente da motivação do sujeito, aí eu posso trocar de idéia. Agora, porra... pra que serve passar um monte de retardados sociais (é isso o que viram) e intelectuais só para maquiar índices? Agora estão querendo fazer o mesmo, através do PDE (Plano de Desenvolvimento Educacional), nas instituições de ensino superior. O PDE não é ruim, aliás, sou um fã do PDE para o ensino fundamental e médio. Acho que em médio prazo a coisa tende a melhorar, se as diretivas que conheço do plano forem implementadas (Eu mesmo dou minha colaboração orientando professores da rede pública do Paraná). Mas as diretrizes que querem impor ao ensino superior são imbecis e imbecilizantes. Não condizem de modo algum com um país que pensa em se desenvolver. Isso que o “Seu” Francisco da UFMG comprovou não é novidade alguma para qualquer professor desse país. E como todo mundo sabe há milênios, essa cambada mal-desenvolvida (na maioria das vezes, não por culpa deles) é quem vota amanhã, a massa de manobra emburrecida. É a pecuária do governo visando lucro em médio prazo



Categoria: Boca no Mundo
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 21h28
[ ] [ envie esta mensagem ]




[ ver mensagens anteriores ]