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Capim limão, erva cidreira

 

Capim-limão, capim cidreira ou citronela (veja desenho) são alguns dos nomes da Cymbopogon citratus, aquela planta de folha comprida que corta o dedo quando a deslizamos sobre a pele. Fui pegar umas folhas para fazer o famoso chá (que é uma delícia, quente ou frio). Pedi para minhas filhas acompanharem o processo de ‘colheita’ para saberem como evitar o corte nas mãos. Não adianta a gente falar, a criança tem que experimentar (e nisso ela está completamente certa). Uma, raspando as folhas na mão para sentir a aspereza, fez um corte comprido num dedo. Pronto, estava iniciada! Subimos para o meu “quarto de estudo” (um eufemismo para uma biblioteca misturada com escritório e laboratório) e mostrei uma folha ao microscópio. A foto que tirei está aí, mostrando porque é que ao deslizarmos a folhas em um dos sentidos ela nos corta. Legalzinho, não?!

 



Categoria: Ciência, Astronomia
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 00h16
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Espetacular passagem da ISS.

Agora há pouco a ISS com a ATLANTIS acoplada fez uma espetacular passagem. Vi, eu e minhas filhas, até as 18h29min03seg (com binóculos). Para os que gostam ou os que querem se despedir dos Shuttles (é o último voo deles), vale a pena. Nos próximos dias farão ainda muitas passagens.

16 Jul-2.618:23:1810NNW18:26:1736NE18:28:3415ESE

 



Categoria: Ciência, Astronomia
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 18h31
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O Fim da Era SHUTTLE

 

     

Saí para dar uma olhada na Lua e quando olhei para cima, com toda aquela poluição luminosa que Curitiba oferece, vi um ‘puta meteoro’, branco, indo aproximadamente da Nunki (sgr) até a Brachium (lib), atravessando o escorpião, com magnitude certamente negativa (mais brilhante que alfa-cen), embora eu não tenha conseguido estimativa melhor. Mas eu falar do final da era Shuttle (ou tecnicamente o Space Transportation System program). A foto aqui é da Atlantis em sua passagem por Curitiba em 10 de julho de 2011, com magnitude de -0,1, perto das 6h05min da manhã. A ISS a precedeu em três minutos com magnitude 2,1. A Vic, minha filha de 9 anos, levantou e foi me acompanhar na observação. O frio de cinco graus centígrados numa madrugada com neblina não estava tão desagradável. Minha filha viu primeiro. Ela está ficando boa nisso. Pois é, este é o último vôo do último Space Shuttle. Uma era se fecha. Foram cinco espaçonaves: Columbia, Chalenger, Discovery, Atlantis e Endeavour. As duas primeiras viraram tragédias, mas no total das 135 missões (essa última ainda não terminou), foi um programa de espetacular sucesso. Fiz questão de ver o lançamento e as passagens desta missão (STS-135) porque eu não perdi um segundo da história e das cenas do primeiro lançamento no início dos anos 80´s. Vai deixar saudades...

 



Categoria: Ciência, Astronomia
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 22h54
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O 'Meteorito' de Curitiba

 

No dia 8 de julho de 2011, de manhã, Eu (Bertoldo) e o Prof. Dietmar Foryta, Astrônomo da UFPR, fomos chamados para uma entrevista sobre um suposto meteorito encontrado em Curitiba (a suposta descoberta ocorreu de fato há vários meses). Não levamos mais do que 2 segundos, cada um, independentemente (chegamos em horários diferentes), para ver que a pedra NÃO era um meteorito. A ‘pedra’ era porosa, cheia de cavidades interiores, incompatível com o aspecto de um meteorito, fosse ele metálico ou rochoso. Além do mais, tinha o aspecto de escória de ferro fundido (já vi aquilo no setor de Mecânica da Universidade). Explicamos isso à reportagem, em linguagem popular, mas com grande rigor científico (o que incluiu, claro, a possibilidade de que poderíamos estar errados e de que aquele seria o primeiro meteorito do tipo, apesar de uma chance esmagadora contra). Fizemos uns 20 minutos de gravações e respostas a várias perguntas, mas o que saiu no ar (de uma grande rede de televisão e num prestigiado jornal) deu a impressão de que era mesmo um meteorito. Eu indiquei o (passei o cartão dele para a reportagem e para o ‘cara do meteorito’, o Maicon Colussi) Rodrigo Sato, geólogo meteorista de Florianópolis,como especialista que podia dar a última palavra (70 % dos meteoritos que tenho foram comprados dele). Infelizmente, a reportagem puxou a sardinha para o lado mais polêmico e agora eu me sinto no dever de dissolver essa sensação de que foi encontrado um meteorito em Curitiba. A História do cara é até interessante e compatível com um avistamento próximo de queda de meteorito. Pode até ter acontecido, mas a pedra que ele encontrou NÃO era um meteorito (veja a foto). Muitas pessoas me ligaram e enviaram email querendo mais detalhes e vou aproveitar para responder por atacado, por aqui. NÃO era um Meteorito! Levei algumas ferramentas. A pedra tinha aparência vítrea, não era metálica (fiz raspagem para verificar se havia metal no interior), não apresentava reação magnética na presença de um ímã forte e era pouco densa (Fato verificado pelo Dietmar) [eu chutaria uma densidade entre 1,5 e 2,5]. Resumindo, nenhuma característica de meteorito estava presente na pedra (somente um único exemplo de regmaglipto, mas as bordas eram cortantes e não arredondadas, como num meteorito). Segue a foto da pedra. Uma foto que mostra as cavidades internas que descaracterizam a pedra como meteorito. O Prof. Dr. Marcos Antonio Florczak, do departamento de Física da UTFPR, enviou-me um email indicando dois órgãos no Brasil que atuam na área da meteorítica/; CBPF, grupo de meteorítica, mineralogia e arqueometria, em http://portal.cbpf.br/index.php?page=GruposPesquisa.Apresentacao&grupo=56 e o Museu Nacional (Rio), Projeto: Meteoritos (SID: 370102P. 025-0). Coordenadores: Maria Elizabeth Zucolotto e Victor Klein, em http://www.dgp.museunacional.ufrj.br/old/metdgp.htm.

Reportagem veiculada: http://g1.globo.com/videos/parana/v/morador-desconfia-que-um-meteorito-caiu-na-quintal-da-casa-dele/1559239/#/Paran%C3%A1TV2/page/3

 



Categoria: Ciência, Astronomia
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 11h27
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O poliedro flexível (Steffen Polygon)

 

Qualquer polígono (figura com o mesmo número de lados e ângulos) pode ser flexível, exceto o triângulo. Você pode imaginar um quadrado virando um paralelogramo qualquer, um hexágono sendo reformado de diversas maneiras. Basta imaginar que em cada vértice há uma articulação. Mas com o triângulo isto é impossível! Você pode tentar fazer o que quiser. Num plano, qualquer triângulo é absolutamente fixo, inflexível. Conforme Ian Stewart (em seus famosos jogos matemáticos), até bem pouco tempo atrás pensava-se que qualquer poliedro (um sólido cujas faces são polígonos) com faces triangulares fosse inflexível. Bom, ainda bem que sempre se dá um jeito de mostrar para os matemáticos formais que sua ciência está longe de ser aquela coisa desinteressante de definições, conjecturas, provas, etc. Há algum tempo o Professor Klaus Steffan, da Universidade de Düsseldorf, mostrou o que parece ser o mínimo poliedro flexível contendo, o que é interessante, somente faces triangulares. É o que mostra a figura abaixo. Montei-a da velha forma, no esquadro e compasso e me diverti montando-a. No final, o poliedro é bem flexível num dos planos. Você pode imprimir a figura, recortar e colar (lembre-se de deixar abas para colagem nas arestas com setas). Experimentem!

Eu já ia me esquecendo. Existe algo ainda muito interessante, a "conjectura do fole" (que atualmente está demonstrada) que diz que o volume de um poliedro é constante MESMO que seja flexível. Legal, não?!

 



Categoria: Ciência, Astronomia
Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 18h19
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