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Ciência, Astronomia



 
 

Foto da Voyager 1

 

Comet ISON orbit

Vejam que coisa extraordinária. Uma foto da espaçonave da NASA, Voyager 1, a primeira coisa fabricada pelo Homem a sair do sistema solar. A foto foi registrada em comprimentos de onda de rádio por uma rede de radiotelescópios de 8 mil km (Very Long Baseline Array) ligado Ao Observatório nacional de radioastronomia dos EUA. A voyager tem um transmissor de 22 watts que foi captado a 19 bilhões de km. Mesmo assim, o sinal gera pixels mais fortes do que sinais normalmente estudados ela radioastronomia. A Voyager foi lançada em 1977. Em março de 2012 uma ejeção de massa coronal deixou o Sol e por sorte atingiu a Voyager 13 meses depois, em abril de 2013. Através da medição da oscilação e da densidade do plasma, foi possível concluir que a Voyager já deixou o sistema solar há um ano, entrando no espaço interestelar. O sistema solar vai somente até onde a influência do Sol se sobrepõe à das outras estrelas (a heliopausa, a grosso modo).
Crédito da imagem: NRAO/AUI/NSF.

 



Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 22h33
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Meteoros Perseídeos

Madrugada de 13 de agosto, máximo da chuva de perseídeos. Acima um meteoro que foi captado quase fora do campo (abaixo na foto). Por incrível que pareça, esta foi a primeira de 60 fotos e só nela consegui registrar alguma coisa. Em 5 horas foram vistos 60 meteoros. 12 por hora. Bem abaixo do alerta de 100 por hora de um dia antes. O Santana e o Lucas divertiram o pessoal. Um frio de 6-7 oC com vento... blusas pesadas, sacos de dormir e só os olhos pra fora. Foram 14 pessoas no OACEP. Dos 60 só vi 17. Perdi pra muita gente. Gente boa que está tocando com competência a Astronomia amadora do Paraná.



Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 19h53
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O olho do furação de Saturno

 

A Cassini-NASA fotografou na faixa visível da luz este olho de furacão no polo norte de Saturno. As fotos mostram o ainda misterioso padrão hexagonal do polo norte e em seu centro o olho do furacão, com perto de 2000 km de diâmetro. As cores são falsas e seervem para melhor visualização das estruturas da atmosfera saturniana.

 

fonte: http://www.astronomynow.com/news/n1304/29saturnhurricane/#.UYBy-8r4V8E

 



Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 23h00
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Tchau, Panstarrs!

 

   Bom... acho que é isso. Quem viu, viu.... Já é tarde demais para tentar observá-lo. A cada noite ele mergulha fundo para o céu inobservável. Num horário que dá pra vê-lo ele já está a 5 graus, mais uns dois dias e tchau, adeus!. Existe uma lei tácita (bom... nem tão tácita assim) que diz que não existe astronomia abaixo dos 30 graus. Essas fotos registram a única vez que pude ver este cometa.

 



Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 14h43
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Cometa PANSTARRS C/2011 L4

 

Finalmente o céu abaixo dos 10 graus de inclinação deu uma trégua e consegui fotografar esse fujão. É claro que se você pode estar num lugar longe da cidade e com céu aberto, tudo fica uma beleza. Mas o desafio quase sempre está em aliarmos nossos hobbies com nossos afazeres cotidianos de uma metrópole. Se você pode estar num lugar de céu limpo e longe da poluição luminosa, parabéns!!! E eu invejo muito você. Há mais de 20 anos, quando mudei para minha casa atual, eu tinha 360 graus do céu, magnitide visual de 6.0, e tudo limpo acima dos 5 graus de inclinação. Hoje estou praticamente "no centro" da PL de Curitiba e muitas construções indesejáveis obstruem o céu... e a astronomia está cada vez mais difícil fazer de casa.  Hoje ao perceber que o horizonte mostrava um buraco entre nuvens, subi no sótão e joguei umas telhas de lado para criar um pequeno observatório. Quase causei um grande acidente fazendo telhas cairem de 7 metros de altura. Consegui enfiar um binóculo e uma câmera pelo vão de três telhas e fiz esse registro. O cometa aparece entre cabos de alta tensão. Esses cabos são de 79 kV e passam aqui perto de casa. O fantasma laranja que aparece à direta do poste é devido a uma lâmpada de iluminação pública próxima. Não tive tempo de calibrar o foco. Minha câmera não tem visor por display do que "vai" sair, só do que foi registrado. A gente tem que se virar. Quem não tem uma EOS 60DA tem que se virar com uma XTi. Fico imaginando o que dá pra ver da Cainã...

 



Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 21h35
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O que o cometa Lemmon tem de interessante?

Cometa Lemmon C/2012 F6, Foto de Perter Ward.

O cometa Lemmon vem, desde o início do ano, maravilhando observadores do mundo inteiro. Primeiro porque teve um surpreendente aumento de brilho e segundo porque é... verde. Confesso que este último motivo é o que chamou minha atenção pra ele. Mas ele tem outras peculiaridades interessantes. A que mais me chama atenção é que seu brilho (a gente chama de magnitude aparente em Astronomia) está concentrado em seu coma (sua calda é muito tênue), a “atmosfera” do núcleo. O brilho vem do gás em baixa pressão que circunda o núcleo do cometa. Este gás está sendo expelido (ou “vaporizado”) do núcleo pela ação térmica do Sol. O mesmo Sol, através dos fótons com energias iguais ou superiores ao ultravioleta que atingem o coma, excita este gás provocando o efeito fotoelétrico. O gás então fluoresce. Provavelmente é o metano emitindo fótons com energia próxima à do verde na faixa visual. Impressionantemente, seu nome não vem de Lemon (limão em inglês) e sim do monte Lemmon, onde fica o telescópio de 1,5 m que o descobriu. Ser verde como um limão foi só uma coincidência interessante. O cometa Lemmon (C/2012 F6) terá seu periélio em 24 de março (2013) e passará a uma distância do Sol equivalente a 63% da distância que existe entre a Terra e o Sol.



Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 23h17
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O Cometa Verde (Lemmon C/2012 L6)

 

Terceiro início de noite sem núvens do ano. É difícil gostar de Astronomia em Curitiba. Além disso, hoje tem uma Lua quase cheia que piora a Poluição Luminosa de dentro de uma metrópole, como Curitiba. A máxima magnitude visual era de 2,8 (o brilho da estrela da direita do cruzeiro). Não consegui achar o limãozinho nem mesmo com meu binóculo. Então, vou dividir meu processo aqui. Você deve ter uma ideia inicial de onde se encontra o objeto que você quer fotografar. |Particularmente, tenho uma bússola com marcação de declinação magnética e acho o sul geográfico com ela (isso é importante para determinação do azimute). Tenho um transferidor 360o que uso para achar o azimute e a altura do objeto, aproximadamente. Aponto a câmera com a tele com o maior campo e tiro fotos sucessivas onde vou fechando o campo (aumentando a ampliação) e centralizando a cada foto. Quando está centralizado, tiro as fotos que usarei de verdade. Minha câmera não mostra no display a imagem "antes" (o ideal é que mostre e que v possa focar através de um display articulável, mas quem não tem cão, caça com...). Para focar eu faço uma primeira aproximação usando uma estrela brilhante e depois vou mudando ligeiramente o foco manual e analisando como ficam as fotos. Quando fico contente com o foco, não mudo mais. Os sets para este tipo de fotos são: modo manual, ISO 1600, RAW (sem compactação), foco manual, tempos de exposição dependente da objetiva (para 400 mm não dá pra passar muito dos 5 s para não pegar o arrasto... e uns 15-20 para uns 50 mm), white balance B6 M6, i.e., 6 pontos em direção ao magenta e 6 ao blue (isso compensa um pouco, para o meu gosto, o fato de a câmera ter o filtro IR que atrapalha astrofotografias), ahh, e nunca se esqueça de deixar os 10 segundos antes do disparo, para que a câmera pare de tremer antes da exposição. Só mais uma coisa. Antigamente, as máquinas reflex com filme tinham em seu visor umas zonas com lentes de Fresnel que facilitavam muito o processo de foco de estrelas no céu. Algumas Câmeras digitais imitam isto. Minha velha Canon A520 tem.

 



Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 00h38
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Lemmon, flare e meteoro

 

Hoje  (16/02/13) o céu resolveu dar uma "abridinha" depois de semanas coberto. Mesmo com a poluição luminosa de Curitiba, resolvi brincar um pouco. Enquanto eu estava calibrando a máquina fotográfica para captar o cometa Lemmon C/2012 F6, peguei sem querer um flare não identificado. Não era nenhum iridium e nenhum satélite constante na base de dados do heavens-above.

  Depois apontei para o cometa Limão e infelizmente um cabo de energia atrapalhou a coisa e resolvi deixar por isso mesmo. Se eu estivesse num lugar com bom céu até iria caprichar, mas... é só ver o objeto que tem cor de limãozinho abaixo do cabo de energia...

O céu estava nublado e resolvi fechar a noite. Às 22:46 (horário de verão) eu estava tirando closes de Orion quando um meteoro dourado passou. Olhei e eu o tinha perdido por pouco na foto. Tirei outra foto em seguida, com o campo maior, e peguei este rastro do meteoro no canto inferior esquerdo.

A claridade nas fotos é devida à poluição luminosa que atualmente está grave. Há mais de 20 anos que mudei para esta casa e naquela época eu chegava a ver as nuvens de magalhães. Ainda teve outra coisa curiosa. Enquanto eu olhava a NGC 104 (alguns preferem chamar de 47 tucanae), passou no campo da ocular o COSMOS 482 (vi posteriormente no heavens). Teria sido uma noite legal, não fosse a tremenda PL.

 



Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 01h54
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Meteoro na Rússia

 

   Nesta manhã (15/02/2013), um meteoro assustou a Russia causando muitos estragos. Embora não haja casos de pessoas que foram feridas diretamente por meteoritos, mais de 200 pessoas ficaram feridas por estilhaços de vidro e debris de construções avariadas. Pelo que pude resumir das imagens que podem ser consideradas reais (não hoax, vejam no link abaixo), um meteoroide grande (não dá pra saber o tamanho, ainda) atravessou a atmosfera perto de Chelyabinsk, na Russia, de manhã. Houve um grande ruído provocado pela onda de choque resultante, suficiente para destruir vidros, esquadrias, portas de armazens (um armazem ruiu parcialmente) e outras coisas. Aparentemente, tratava-se de um corpo duplo. O brilho teve magnitude equivalente à do Sol. Ainda não foram encontrados fragmentos, mas é quase certo que serão encontrados (há relatos em três cidades próximas de testemunhas que viram "quedas"). É típico numa passagem dessa muitos fragmentos se desprenderem do corpo maior e serem encontrado mais tarde. É difícil afirmar com certeza, mas parece que não está relacionado à passagem do asteróide 2012 DA14, de 50 m, hoje, a uma distância de menos de 30.000 km da Terra (conforme a ESA, agência espacial europeia, não há relação). Mais notícias podem ser encontradas neste (confiável) site (agradeço ao Cristovao, da Urania):
http://www.slate.com/blogs/bad_astronomy/2013/02/15/breaking_huge_meteor_explodes_over_russia.html e em
http://rt.com/news/meteorite-crash-urals-chelyabinsk-283/

 



Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 10h42
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Ocultação de Jupiter pela Lua e Trânsito de Ganimedes

 

   Nesta noite de 28 de novembro de 2012 (28/11/2012), aproximadamente entre 21 e 22 horas, tivemos a ocultação de Jupiter pela Lua e o Transito de Ganimedes (uma das principais luas de Jupiter) sobre o disco de Jupiter). A ocultação acontece quando, em relação ao nosso ponto de vista na Terra (e ele pode ser diferente para os vários locais do Brasil, podendo até mesmo o evento não ser visível em algumas partes), A Lua "passa na frente" de um outro astro. A Lua "passou na frente" de Jupiter. É muito interessante ver o planeta do "pijaminha listradinho" (Jupiter é listrado ao telescópio) no mesmo campo que a Lua, como se estivessem grudados. De fato, Jupiter está da Lua a uma distância de 3 Unidades Astronômicas (Distância média da Terra ao Sol). Algo como... se a Lua estivesse a um palmo de nosso olho, Jupiter estaria a 275 metros de distância. Vi o evento de 25o 28,896'S e 49o 12,702'W (UT-3, DST). O horário que Jupiter "tocou" a Lua na primeira vez (1o contato) foi as 21h05m44s (meu StarryNight PRO deu 21h05m16s). Não peguei o segundo contato. O terceiro contato aconteceu as 22h05m50s (enquanto meu StarryNight PRO previa 22h03m37s). Meu relógio estava com uma inexatidão menor que 1/3 de segundo. Não tenho explicação para esta diferença. A noite estava muito limpa e fiz a observação do mirante (uma espécie de upper deck astronômico) de minha casa.  Sobre o Trânsito, foi possível ver a sombra de ganimedes projetada sobre o disco iluminado de Jupiter. Enquanto minha 60DA não vem, tenho que me contentar com documentações toscas dessas. Mas dá muito pro gasto e a gente se diverte muito! Fazendo um balanço. Ver uma ocultação de Jupiter E um trânsito de Ganimedes praticamente "na mesma foto" (não é possível notar a sombra nesta foto sem processá-la) torna este dia astronomicamente especial. Nenhum dos dois eventos é trivial sozinho. Juntos...

 



Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 23h46
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Curiosity pousa em Marte

 

Acabo de testemunhar ao vivo, pela TV NASA,  o pouso do Curiosity em Marte. Parece que foi ontem que eu arrancava as fotos da Viking da revista manchete para grudá-las nas paredes de meu quarto de moleque. A Viking 1 pousou em Marte exatamente 7 anos depois de a Apollo 11 ter feito o mesmo na lua (que, aliás, também me lembro... eram os primórdios da transmissão via satélite). Antes desse pouso, o placar estava 15x24 para Marte, i.e., mais de uma a cada duas missões falharam. Essa deu tudo certo. Foi emocionante ver que segundos depois de obterem a confirmação do pouso (aliás, todo o processo de descida, os tais sete minutos de terror, foram totalmente monitorados e a cada fase completada se ouvia palmas dentro do centro de controle), o jipinho enviou sua primeira foto. Na segunda foto ele já se exibia mostrando sua sombra bem definida contra a superfície de Marte. Grande conquista da engenharia!

 



Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 02h59
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Outro Meteorito em Curitiba, O "Meteorito do Caminhoneiro"

 

Saiu na Globo hoje a reportagem (na qual faço uma 'ponta') sobre um suposto meteorito que teria caído sobre a carroceria de um caminhão de Curitiba (o caminhão estava no Rio de Janeiro quando o caso ocorreu). Embora a reportagem tenha sido honesta e muito profissional, achei melhor registrar aqui algumas coisas que ficaram de fora da edição. O suposto meteorito tinha (por minha estimativa) uns 100-130 cm3. O motorista do caminhão, 'dono' da pedra, tinha um registro de pesagem de uns 380 gramas, o que dá uma densidade entre 3 e 4, compatível com algumas rochas. Outra característica da pedra era seu magnetismo. Levei um ímã forte e o ímã 'grudava' fracamente em algumas regiões da pedra. Embora esta seja uma característica de meteoritos, não é compatível com a densidade na faixa de 3-4. Está mais para densidades maiores de meteoritos metálicos, próximas de 7. Eu também tenho certeza de que já vi aquele tipo de pedra antes, como refugo do processo de fabricação de aço (e também no outro caso de suposto meteorito que caiu numa garagem de Curitiba). Mas a principal característica clássica de "não-meteoritos" é a porosidade. A pedra está cheia de pequenas cavidades aéreas, absolutamente incompatíveis com um artefato que entra na atmosfera do planeta vindo do espaço. Por isso, eu diria que não se trata de um meteorito, mas resta o mistério de como estas pedras estão sendo jogadas em propriedades alheias. O outro (também relatado neste blog) estragou telhas e este perfurou uma lona muito resistente. Ambos estavam com energia cinética alta (além daquela atingida por um lançamento humano). Havia mais duas características que são circunstanciais: Uma é que a pedra mostrava indícios de exposição à terra (com t minúsculo), como se tivesse ficado por muito tempo sujeita à sujeira comum e isso não é compatível com a história de que foi achado sobre caixas de leite sob a lona de um caminhão a menos de um mês (talvez ele tenha guardado em local sujo onde a lama invadiu a pedra e depois secou... isso talvez explique o que vi); a outra coisa é que nas maiores cavidades (em 3 das mesmas) pude notar vestígios de atividade biológica. Havia pequenos casulos eclodidos de 'borboletinhas' (não sou biólogo). E também havia vestígios de oxidação (isso é compatível com o fato de ser magnético). Está aí a foto para quem quiser ver. Meu ponto de vista bem simplificado: é escória de fundição! Em tempo, em 9/7/2011 eu postei outro resumo sobre meteorito em Curitiba. Era do mesmo material.

 



Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 19h09
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Manchas solares de 17 de julho de 2012

Sunspot numbers 1520 and 1521. A mancha 1520 é potencialmente uma formadora de flares de raios-X. No final da tarde do dia 14 uma tempestade magnética atingiu a Terra sem graves consequências. Sunspot number está hoje em 120. É a escalada para o máximo no início de 2013.



Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 01h41
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Mancha Solar ao Nascer do Sol

Na foto tirada pouco antes das 6h30min do dia 4 de janeiro de 2012 (Canon XTi, teleobjetiva de 300mm, local: 27o03'S e 48o35' W) do Sol nascendo num horizonte limpo mostra, acima do centro do Sol, um conjunto de três manchas. As duas mais evidentes são a 1389 e a 1388, respectivamente. Lembro-me de ter visto muitos vídeos no youtube do sol se pondo, mostrando supostos "objetos que ficam na frente", remetendo a discos voadores. Impressionante o que a ignorância e nossa natural tendência de arranjar explicação pra tudo pode fazer. Nesta foto eu estava evidentemente num momento de ver o Sol nascer. As manchas foram um ganho extra. Algo realmente gratificante no lugar que estou. Fico empoleirado num rochedo onde o mar fica batendo e tenho esta visão magnífica do Sol nascendo.



Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 20h54
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Manchas solares em setembro

 

Mancha solar de 4 de setembro de 2011. Foto com Celestron 8" e Canon A510, usando filtro solar Baader de 8". No exato momento em que eu tirava estas fotos, o grupo de manchas que estava se pondo a oeste do Sol (abaixo) emitia um flare de raios X classe M3 (que obviamente não foi registrado na foto) [fonte:spaceweather.com].

 



Escrito por Bertoldo Schneider Jr. às 18h32
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